Padre de Laranjeiras faz sermão contra medidas restritivas
Desde que não desobedeça às medidas adotadas pelo arcebispo da Arquidiocese de Aracaju, Dom João, os párocos em todo o estado de Sergipe possuem plena liberdade no exercício do seu ministério. Essa afirmação foi apresentada na tarde de ontem ao JORNAL DO DIA depois que fiéis da igreja católica passaram a criticar o padre Francisco de Assis de Souza, da paróquia localizada no município de Laranjeiras, o qual se mostrou contra as medidas restritivas estabelecidas pelo Governo do Estado, em comum acordo com o Comitê Técnico-Científico e de Atividades Especiais (CTCAE). O religioso ainda se manifestou contra a Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como defendeu a utilização de medicamentos para tratamento precoce da covid-19, mesmo que sem a devida comprovação científica referente à sua eficácia.
Em publicação feita na página Reserva Patriota – no Youtube -, diante do apoio de um grupo de fiéis, o padre deixou claro seu pensamento contrário à ordem de fechamento das igrejas e demais templos religiosos até a próxima quarta-feira, dia 31 de março, e, sem apresentar quaisquer comprovação, informou que a classe médica está recebendo dinheiro por cada pessoa morta por covid-19. Ao contrário do que foi compartilhado em grupos e aplicativos de conversas na tarde de ontem, Francisco de Assis de Souza dirigiu-se à classe médica, e, não, também a outras categorias de profissionais da saúde. Ele reconheceu a necessidade de respeitar o decreto estadual e permanecerá obediente às decisões emitidas pela Arquidiocese de Aracaju.
"Se eu não obedecer ao arcebispo a coisa piora para o meu lado. Não concordo com a ordem. Obedeço, mas não concordo. Todos nós sabemos que há uma espécie de tratamento precoce para essa doença e não precisaria ter fechado nada. Não precisaria ninguém ter perdido o emprego. Não precisaria ter falido empresa nenhuma. O problema é que quando a coisa é manipulada politicamente é só o povo quem sofre", destacou. Na tarde de ontem o JD tentou conversar com Dom João, mas foi informado que o arcebispo não se manifestará neste momento sobre a polêmica por estar integralmente dedicado às atividades alusivas ao período de Semana Santa, comemorado entre os dias 01 e 04 de abril.
Desde que não desobedeça às medidas adotadas pelo arcebispo da Arquidiocese de Aracaju, Dom João, os párocos em todo o estado de Sergipe possuem plena liberdade no exercício do seu ministério. Essa afirmação foi apresentada na tarde de ontem ao JORNAL DO DIA depois que fiéis da igreja católica passaram a criticar o padre Francisco de Assis de Souza, da paróquia localizada no município de Laranjeiras, o qual se mostrou contra as medidas restritivas estabelecidas pelo Governo do Estado, em comum acordo com o Comitê Técnico-Científico e de Atividades Especiais (CTCAE). O religioso ainda se manifestou contra a Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como defendeu a utilização de medicamentos para tratamento precoce da covid-19, mesmo que sem a devida comprovação científica referente à sua eficácia.
Em publicação feita na página Reserva Patriota – no Youtube -, diante do apoio de um grupo de fiéis, o padre deixou claro seu pensamento contrário à ordem de fechamento das igrejas e demais templos religiosos até a próxima quarta-feira, dia 31 de março, e, sem apresentar quaisquer comprovação, informou que a classe médica está recebendo dinheiro por cada pessoa morta por covid-19. Ao contrário do que foi compartilhado em grupos e aplicativos de conversas na tarde de ontem, Francisco de Assis de Souza dirigiu-se à classe médica, e, não, também a outras categorias de profissionais da saúde. Ele reconheceu a necessidade de respeitar o decreto estadual e permanecerá obediente às decisões emitidas pela Arquidiocese de Aracaju.
"Se eu não obedecer ao arcebispo a coisa piora para o meu lado. Não concordo com a ordem. Obedeço, mas não concordo. Todos nós sabemos que há uma espécie de tratamento precoce para essa doença e não precisaria ter fechado nada. Não precisaria ninguém ter perdido o emprego. Não precisaria ter falido empresa nenhuma. O problema é que quando a coisa é manipulada politicamente é só o povo quem sofre", destacou. Na tarde de ontem o JD tentou conversar com Dom João, mas foi informado que o arcebispo não se manifestará neste momento sobre a polêmica por estar integralmente dedicado às atividades alusivas ao período de Semana Santa, comemorado entre os dias 01 e 04 de abril.