Paralisação no transporte coletivo continua

 

Milton Alves Júnior
Sem acordo, pelo segun
do dia consecutivo mo
toristas, cobradores e equipes de manutenção contratados pelo Grupo Progresso decidiram manter a suspensão dos 146 ônibus que, juntos, provocam instabilidade operacional em 43 linhas/itinerários na região metropolitana de Aracaju. Desde o mês passado a classe trabalhadora vem intensificando as mobilizações públicas a fim de pressionar o setor empresarial a realizar o pagamento de salarial sem atrasos, bem como cumprir com o repasse dos direitos trabalhistas, a exemplo do ticket alimentação e terço de férias, conforme previsto na Constituição Federal, em seu art. 7º, inciso XVII. Com a continuidade da paralisação, 140 mil passageiros seguiram enfrentando dificuldades na hora de acessar o sistema de transporte público. 
Sobre a manutenção do entrave protagonizado por trabalhadores e o Grupo Progresso, a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp), e da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), voltaram a garantir a multiplicação dos esforços para que os impasses funcionais fossem minimizados em prol dos usuários do sistema. Em nota publicada no início da manhã de ontem o Setransp esclareceu que: "a quinta-feira foi exaustiva na busca de alternativas para atender às necessidades dos trabalhadores, mas não houve evolução, desta forma, um terço da frota do transporte continua fora de operação já há mais de 24h." O JORNAL DO DIA lembra que o Grupo Progresso, compreende as empresas Paraíso, Tropical e Progresso. 
Ainda de acordo com o Seransp, como proposta ao pleito dos trabalhadores, as empresas realizaram o pagamento de 50% dos salários que estão em atraso e a quitação do restante mais à frente após o retorno da prestação do serviço. "As empresas também afirmam que embora a situação seja extrema, não procede a informação de decretação de falência. Essa realidade preocupante para todo setor de transporte que afeta diretamente, os passageiros, o trabalhador do transporte, a empresa empregadora e toda a sociedade em geral, é o retrato do agravamento das dificuldades financeiras na pandemia, sem qualquer aporte extra tarifário, nem redução ou isenção de impostos e nem nenhum subsídio", publicou. 
Bloqueio – Ao contrário do cenário enfrentado na quinta-feira (14), na manhã de ontem os funcionários ocuparam parte da Avenida Marechal Cândido Rondon. O ato público ocorreu depois que circulou, entre os trabalhadores, a informação indicando suposto decreto de falência por parte da Viação Progresso; fato este que provocaria maior conflito administrativo financeiro entre empresa e servidores. A base do desconforto capaz de provocar o bloqueio da via expressa, é o Processo de Recuperação Judicial, de número 201511402064, o qual permanece em andamento, sem qualquer decreto de falência. Esse trâmite pode ser acompanhado pelo Portal da transparência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE). 

Milton Alves Júnior

Sem acordo, pelo segun do dia consecutivo mo toristas, cobradores e equipes de manutenção contratados pelo Grupo Progresso decidiram manter a suspensão dos 146 ônibus que, juntos, provocam instabilidade operacional em 43 linhas/itinerários na região metropolitana de Aracaju. Desde o mês passado a classe trabalhadora vem intensificando as mobilizações públicas a fim de pressionar o setor empresarial a realizar o pagamento de salarial sem atrasos, bem como cumprir com o repasse dos direitos trabalhistas, a exemplo do ticket alimentação e terço de férias, conforme previsto na Constituição Federal, em seu art. 7º, inciso XVII. Com a continuidade da paralisação, 140 mil passageiros seguiram enfrentando dificuldades na hora de acessar o sistema de transporte público. 
Sobre a manutenção do entrave protagonizado por trabalhadores e o Grupo Progresso, a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp), e da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), voltaram a garantir a multiplicação dos esforços para que os impasses funcionais fossem minimizados em prol dos usuários do sistema. Em nota publicada no início da manhã de ontem o Setransp esclareceu que: "a quinta-feira foi exaustiva na busca de alternativas para atender às necessidades dos trabalhadores, mas não houve evolução, desta forma, um terço da frota do transporte continua fora de operação já há mais de 24h." O JORNAL DO DIA lembra que o Grupo Progresso, compreende as empresas Paraíso, Tropical e Progresso. 
Ainda de acordo com o Seransp, como proposta ao pleito dos trabalhadores, as empresas realizaram o pagamento de 50% dos salários que estão em atraso e a quitação do restante mais à frente após o retorno da prestação do serviço. "As empresas também afirmam que embora a situação seja extrema, não procede a informação de decretação de falência. Essa realidade preocupante para todo setor de transporte que afeta diretamente, os passageiros, o trabalhador do transporte, a empresa empregadora e toda a sociedade em geral, é o retrato do agravamento das dificuldades financeiras na pandemia, sem qualquer aporte extra tarifário, nem redução ou isenção de impostos e nem nenhum subsídio", publicou. 

Bloqueio – Ao contrário do cenário enfrentado na quinta-feira (14), na manhã de ontem os funcionários ocuparam parte da Avenida Marechal Cândido Rondon. O ato público ocorreu depois que circulou, entre os trabalhadores, a informação indicando suposto decreto de falência por parte da Viação Progresso; fato este que provocaria maior conflito administrativo financeiro entre empresa e servidores. A base do desconforto capaz de provocar o bloqueio da via expressa, é o Processo de Recuperação Judicial, de número 201511402064, o qual permanece em andamento, sem qualquer decreto de falência. Esse trâmite pode ser acompanhado pelo Portal da transparência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE). 

 

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