Policiais pedem agilidade
na vacinação contra Covid
Integrantes do Movimento Polícia Unida, que reúne entidades representativas dos policiais civis, policiais militares e bombeiros militares em Sergipe, divulgaram ontem uma carta aberta que pede mais agilidade na imunização dos profissionais da segurança pública contra a COVID-19. As entidades destacam que mesmo com o aumento do número de casos e o aparecimento de novas variantes do vírus, a segurança pública não parou e nem reduziu, e que a categoria continuou nas ruas, garantindo a segurança da população.
No documento, o Movimento Polícia Unida diz estar aberto ao diálogo com representantes do Governo do Estado, mesmo que o mesmo não tenha mostrado interesse em analisar os requerimentos emitidos individualmente, requerendo inclusão da classe militar no plano de vacinação. O movimento informa ainda que enviou ofício a todas as Secretarias de Saúde municipais e aguarda tambémresposta a um pedido de audiência com a Secretária de Saúde da capital, pois entende que os municípiostêm autonomia para inserir os servidores da segurança pública em posição prioritária na ordem devacinação. E convocou um ato público para a próxima quarta-feira, 17 de março.
Resposta – A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirma que há uma negociação em andamento entre o Colégio Nacional dos Secretários da Segurança Pública (Consesp), o Colégio Nacional dos Comandantes-gerais das Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militares dos estados e o Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil a fim de tratar sobre a prioridade de vacinação para os servidores da Segurança Pública. Os pedidos foram formalmente enviados para os ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e André Luiz de Almeida (Justiça e Segurança Pública). O caminho para o diálogo e redefinição das estratégias de vacinação estão sendo tratadas diretamente junto ao Governo Federal.
Em nota, a SSP disse estranhar a crítica direcionada aos gestores por parte dos líderes das entidades sindicais, que até pouco tempo não tinham o processo de vacinação como pauta junto às categorias. Enquanto isso, o secretário de Segurança Pública, os comandantes-gerais e o chefe de polícia já articulavam, em uma rede integrada e junto a dois Ministérios estratégicos, providências para que o processo justo de vacinação atinja os servidores da Segurança Pública.
Integrantes do Movimento Polícia Unida, que reúne entidades representativas dos policiais civis, policiais militares e bombeiros militares em Sergipe, divulgaram ontem uma carta aberta que pede mais agilidade na imunização dos profissionais da segurança pública contra a COVID-19. As entidades destacam que mesmo com o aumento do número de casos e o aparecimento de novas variantes do vírus, a segurança pública não parou e nem reduziu, e que a categoria continuou nas ruas, garantindo a segurança da população.
No documento, o Movimento Polícia Unida diz estar aberto ao diálogo com representantes do Governo do Estado, mesmo que o mesmo não tenha mostrado interesse em analisar os requerimentos emitidos individualmente, requerendo inclusão da classe militar no plano de vacinação. O movimento informa ainda que enviou ofício a todas as Secretarias de Saúde municipais e aguarda tambémresposta a um pedido de audiência com a Secretária de Saúde da capital, pois entende que os municípiostêm autonomia para inserir os servidores da segurança pública em posição prioritária na ordem devacinação. E convocou um ato público para a próxima quarta-feira, 17 de março.
Resposta – A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirma que há uma negociação em andamento entre o Colégio Nacional dos Secretários da Segurança Pública (Consesp), o Colégio Nacional dos Comandantes-gerais das Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militares dos estados e o Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil a fim de tratar sobre a prioridade de vacinação para os servidores da Segurança Pública. Os pedidos foram formalmente enviados para os ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e André Luiz de Almeida (Justiça e Segurança Pública). O caminho para o diálogo e redefinição das estratégias de vacinação estão sendo tratadas diretamente junto ao Governo Federal.
Em nota, a SSP disse estranhar a crítica direcionada aos gestores por parte dos líderes das entidades sindicais, que até pouco tempo não tinham o processo de vacinação como pauta junto às categorias. Enquanto isso, o secretário de Segurança Pública, os comandantes-gerais e o chefe de polícia já articulavam, em uma rede integrada e junto a dois Ministérios estratégicos, providências para que o processo justo de vacinação atinja os servidores da Segurança Pública.