Praias de Sergipe estão livres do óleo

 

Sem registro de novas manchas de óleo na faixa litorânea do estado de Sergipe, membros do trade turismo esperam que o índice de ocupação em hotéis e pousadas permaneça com a gradativa evolução visualizada desde o início do mês de dezembro quando, mesmo com os registros do impacto ambiental, a rede hoteleira passou a contabilizar crescimento nas reservas se comparado ao mesmo período dos anos anteriores. Conforme anunciado oficialmente pelo Governo do Estado, diante da inexistência de registros do petróleo cru nas praias e rios em Sergipe, o Gabinete de Crise foi desativado, mas o monitoramento permanece por meio de peritos da Defesa Civil Estadual e da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos.
De acordo com o comandante da Capitania dos Portos de Sergipe, o capitão de Fragata Guilherme Conti Padão, desde a segunda quinzena de setembro a Marinha do Brasil tem realizado ações intensificadas de monitoramento. Ao contrário do que foi notificado em expansão em outubro, e reduzido em novembro, desde a primeira semana de dezembro o órgão federal não tem registrado pontos de incidências de óleos nas praias. "Agora o trabalho é de desmobilização, no entanto, continuaremos em coordenação como o Governo de Estado, Prefeituras e demais órgão ambientais. A nossa meta é continuar estudando esse caso e evitando que banhistas e a vida marinha volte a ser prejudicada por essas camadas de óleo", informou.

Sem registro de novas manchas de óleo na faixa litorânea do estado de Sergipe, membros do trade turismo esperam que o índice de ocupação em hotéis e pousadas permaneça com a gradativa evolução visualizada desde o início do mês de dezembro quando, mesmo com os registros do impacto ambiental, a rede hoteleira passou a contabilizar crescimento nas reservas se comparado ao mesmo período dos anos anteriores. Conforme anunciado oficialmente pelo Governo do Estado, diante da inexistência de registros do petróleo cru nas praias e rios em Sergipe, o Gabinete de Crise foi desativado, mas o monitoramento permanece por meio de peritos da Defesa Civil Estadual e da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos.
De acordo com o comandante da Capitania dos Portos de Sergipe, o capitão de Fragata Guilherme Conti Padão, desde a segunda quinzena de setembro a Marinha do Brasil tem realizado ações intensificadas de monitoramento. Ao contrário do que foi notificado em expansão em outubro, e reduzido em novembro, desde a primeira semana de dezembro o órgão federal não tem registrado pontos de incidências de óleos nas praias. "Agora o trabalho é de desmobilização, no entanto, continuaremos em coordenação como o Governo de Estado, Prefeituras e demais órgão ambientais. A nossa meta é continuar estudando esse caso e evitando que banhistas e a vida marinha volte a ser prejudicada por essas camadas de óleo", informou.

 

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