Terça, 21 De Maio De 2024
       
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Prefeitura acelera recuperação de crianças com síndromes respiratórias graves


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Publicado em 25 de abril de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Foto: Marcelle Cristine/ PMA

Na busca para superar os desafios apresentados no período de sazonalidade e o consequente aumento de atendimento às crianças com síndromes gripais, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da atuação dos profissionais do Hospital Municipal Fernando Franco, passa a contar com a possibilidade de transferência de urgência, quando necessário, utilizando o aparelho CPAP com ventilador pulmonar portátil.
Se trata de uma tecnologia menos invasiva que, na maioria das vezes, evita a intubação, e permite a celeridade na recuperação do paciente, conforme explica o coordenador-médico do Hospital Municipal Fernando Franco, Willian Barcelos. O procedimento utilizando o CPAP com ventilador pulmonar portátil ocorreu, pela primeira vez, no dia 19 deste mês, durante a transferência de uma criança de apenas um mês de vida para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
“A ventilação não invasiva, como o próprio nome já diz, tem menos riscos do que uma intubação, por exemplo, que é algo mais invasivo mesmo. Na sazonalidade passada, nós começamos a usar mais essa tecnologia, porém para a transferência do hospital para uma UTI a dificuldade era maior porque não era possível acoplar ao ventilador de transporte (portátil). Muitas vezes quando tirávamos a criança do CPAP com ventilador pulmonar fixo, ela ficava cansada e o que temíamos era que durante a transferência ela precisasse sofrer uma entubação endotraqueal”, relata Dr. Willian.
A intubação é um processo invasivo que demanda sedação, diminuição da força respiratória e outros fatores que são evitados com a utilização do CPAP portátil, já que o CPAP fixo fica restrito ao local de instalação, ou seja, não sai do hospital para ser utilizado durante o translado da criança para a UTI em uma ambulância do SAMU.
Fisioterapeuta do Hospital Fernando Franco, Cristiane Leone explica como o aparelho age no organismo da criança acometida por dificuldades respiratórias em um estágio avançado.

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