Prefeitura intensifica campanhas para aumentar cobertura vacinal infantil

Nota técnica publicada ontem (4) define que o intervalo entre a segunda dose e a dose de reforço deve ser de, pelo menos, 4 meses. De acordo com a publicação, a imunização complementar, no caso de crianças que tomaram a primeira e a segunda dose da Pfizer ou da CoronaVac, deve ser feita com a vacina pediátrica da Pfizer.

Para que a população esteja protegida contra determinada doença, é necessário manter a cobertura vacinal entre 90% e 95%. Contrariando essa necessidade da saúde coletiva, a taxa de vacinação em todo o país caiu de forma significativa nos últimos anos, em especial com as vacinas básicas que precisam ser aplicadas nas crianças.
Em Aracaju, mesmo com todas as ações da Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a cobertura vacinal não foi alcançada nos últimos anos. Em 2020, por causa da pandemia da covid-19, o índice vacinal foi de 49,81%. Já em 2021, a cobertura foi de 61,27%. Este ano, até o momento, apenas 53.16% das doses necessárias foram aplicadas.
Considerando as vacinas que precisam ser aplicadas nos primeiros anos da infância, a taxa ainda está muito abaixo do esperado, não atingindo nem 50% de cobertura vacinal. Em 2022, apenas 49,93% da população esperada recebeu a vacina do rotavírus humano; 49,69% da meningococo C; 47,97% da pneumocócica; 48,29% da poliomielite; 48,29% da tríplice viral; 48,62% da pentavalente; 45,17% da hepatite A e 48,62 da hepatite B.

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