Domingo, 26 De Maio De 2024
       
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Privatização da Deso é alvo de protestos no 1º de maio


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Publicado em 03 de maio de 2024
Por Jornal Do Dia Se


CAMINHADA NA FAROLÂNDIA (Divulgação)

Em Sergipe, o Dia Internacional da Classe Trabalhadora, 1º de maio, foi marcado pela luta unificada do movimento sindical e movimentos sociais em Aracaju.
No panfleto distribuído para a população do Bairro Farolândia, na Feira do Augusto Franco e no sinal da Avenida Beira Mar que dá acesso à Praia de Atalaia, trabalhadoras e trabalhadores de Sergipe se posicionaram: Em defesa da saúde pública; Contra a privatização da água; Pela valorização da educação pública; Pela valorização dos servidores públicos municipais e estaduais; Por moradia; Contra o reajuste de 0,0% para os servidores públicos federais; Pelo retorno das atividades da Petrobrás ao estado de Sergipe; Pela geração de emprego, renda e fortalecimento da Economia Solidária em Sergipe; Por juros mais baixos, entre outros temas.
Houve panfletagem e diálogo com a população na Feira do Augusto Franco. A banda Descidão dos Quilombolas trouxe cultura afro-brasileira para dar força e alegria ao protesto do 1° de Maio em Aracaju.
O presidente da CUT Sergipe, Roberto Silva, criticou a postura do governador de Sergipe Fábio Mitidieri, que quer privatizar a água e todos os serviços públicos e, além disso, gasta todo o recurso público na promoção de festas, enquanto o estado encontra-se em último lugar no Brasil em termos de Segurança Alimentar.
“O governo de Sergipe está numa ofensiva muito grande pela privatização da água em Sergipe. Lutamos hoje pelo retorno das atividades da Petrobras para Sergipe, diante da importância da empresa para o desenvolvimento social, econômico, geração de emprego, trabalho e renda. Hoje é dia de luta pela valorização dos servidores federais em greve. Os servidores municipais e estaduais cobram valorização e salário digno. Também lutamos por moradia popular, reforma agrária e valorização da agricultura familiar. Estas são pautas cruciais para que os trabalhadores de Sergipe sejam respeitados e valorizados”, destacou Roberto Silva, presidente da CUT/SE.
O presidente da CUT Sergipe explicou porque o enfrentamento à fome em Sergipe também teve destaque no protesto.
“O debate do enfrentamento à fome para nós é crucial. A CUT Sergipe tem feito uma política de ação junto aos movimentos que trabalham com pessoas em situação de rua, inclusive pressão junto ao ministério público para que possam acionar o governo de estado e as prefeituras a tomarem uma atitude e garantirem políticas efetivas para a população em situação de rua para que possam sair da condição de vulnerabilidade a partir das políticas públicas de garantia e superação da fome”, declarou Roberto Silva.

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