Professores protestampor mais vacina e auxílio

 

Professores protestam
por mais vacina e auxílio
Só há segurança no retorno presencial às aulas se houver testagem em massa dos estudantes, condições sanitárias nas escolas e vacinação para os trabalhadores e trabalhadoras da Educação (professores, vigilantes, merendeiras, executores de serviços básicos).
Essas foram as principais reivindicações da vigília promovida pelo SINTESE nesta quarta, O dia de luta em defesa da vida, da vacina, do emprego e do auxílio emergencial de R$ 600 e por "Fora Bolsonaro", em frente ao Palácio de Despachos.
O sindicato cobrou que o governador Belivaldo Chagas exerça a autonomia de ente federativo e compre vacinas.
"É possível sim que o Estado de Sergipe compre vacinas, basta enviar projeto à Assembleia Legislativa. Com mais vacinas, mais pessoas podem ser imunizadas, nossa reivindicação não vai tirar vacina de ninguém", aponta o vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos.
O sindicato compreende que a situação é muito grave, mas não podemos aceitar que o governador de Sergipe vá para a televisão e diga que não pode fazer nada, pois deve seguir as determinações do Ministério da Saúde, o governo do Estado pode e deve fazer algo.

Só há segurança no retorno presencial às aulas se houver testagem em massa dos estudantes, condições sanitárias nas escolas e vacinação para os trabalhadores e trabalhadoras da Educação (professores, vigilantes, merendeiras, executores de serviços básicos).
Essas foram as principais reivindicações da vigília promovida pelo SINTESE nesta quarta, O dia de luta em defesa da vida, da vacina, do emprego e do auxílio emergencial de R$ 600 e por "Fora Bolsonaro", em frente ao Palácio de Despachos.
O sindicato cobrou que o governador Belivaldo Chagas exerça a autonomia de ente federativo e compre vacinas.
"É possível sim que o Estado de Sergipe compre vacinas, basta enviar projeto à Assembleia Legislativa. Com mais vacinas, mais pessoas podem ser imunizadas, nossa reivindicação não vai tirar vacina de ninguém", aponta o vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos.
O sindicato compreende que a situação é muito grave, mas não podemos aceitar que o governador de Sergipe vá para a televisão e diga que não pode fazer nada, pois deve seguir as determinações do Ministério da Saúde, o governo do Estado pode e deve fazer algo.

 

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