São Cristóvão conta com monitores para igrejas do Centro Histórico

Com o intuito de manter as sete igrejas do Centro Histórico de São Cristóvão em pleno funcionamento, a Prefeitura Municipal por meio da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), realizou a contratação de monitores especializados. A medida se deu para que, além de manter os espaços abertos, os visitantes também sejam bem recebidos e informados sobre a história destes locais.

Para o prefeito Marcos Santana, a iniciativa irá atrair mais visitantes para São Cristóvão, fortalecendo cada vez mais o turismo no município. "Nossa gestão está sempre em busca de alternativas para fortalecer o turismo em nossa cidade, e essa é uma delas. Estamos fazendo parcerias, sediando eventos de âmbito nacional, promovendo ações como o Festival de Artes que trazem milhares de visitantes para a cidade, participando de eventos internacionais e atuando em diversas frentes, como o turismo cultural e religioso, além de possuirmos um patrimônio mundial tombado pela Unesco, que é a Praça São Francisco. Acreditamos nas potencialidades turísticas que nossa cidade possui e que por meio delas conseguiremos movimentar a economia local, promovendo emprego e renda para a população".

"Nossa base cultural, histórica e religiosa são os museus e as igrejas. Sempre foi uma grande necessidade a captação de turistas porque as pessoas chegavam à cidade e as igrejas estavam fechadas. Na nossa visão é necessário que todos esses atrativos estejam funcionando porque é isso que atrai os nossos turistas. São Cristóvão é primeira capital de Sergipe, a quarta cidade mais antiga do país, e temos o Patrimônio da Humanidade (Praça São Francisco), mas tudo isso em torno de igrejas e museus. Já temos percebido a mudança e a satisfação dos visitantes que vinham a estes locais antes e os encontravam fechados. Agora já tem alguém para recebê-los", falou a diretora de turismo de São Cristóvão, Fabiana Almeida.

As sete igrejas do Centro Histórico fazem parte do Conjunto Arquitetônico de São Cristóvão, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Os locais carregam em sua estrutura a história da cidade, desde a chegada dos portugueses, às guerras, o período da escravidão, e outros períodos vividos na Cidade Mãe de Sergipe. Para atuar nas igrejas, os monitores passaram por uma capacitação, e tiveram reuniões com os freis e frades de cada local, para que pudessem conhecer melhor a história da edificação a qual ficaria responsável, e assim passar as informações de forma adequada para os visitantes. Este processo teve início ainda em outubro, e no início de dezembro todos os locais passaram a contar com monitores.

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