Seel fortalece o paradesporto e celebra 59 medalhas nas Paralimpíadas Escolares 2025

Com premiações, Sergipe reforça sua consolidação no paradesporto escolar nacional (Divulgação)

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Seel), viabilizou a ida da delegação sergipana com 60 integrantes, sendo 31 paratletas e o restante composto por equipe técnica e oficiais às Paralimpíadas Escolares 2025. A competição foi realizada em dois blocos. No primeiro, o estado disputou provas de halterofilismo e paratletismo. No segundo, participou das modalidades de paranatação, bocha, tênis de mesa paralímpico e parabadminton. A participação reforça o trabalho das escolas de esporte mantidas pelo Governo do Estado e o investimento direcionado ao paradesporto escolar.
Sergipe encerrou as Paralimpíadas Escolares 2025 com 59 medalhas e reforça sua consolidação no paradesporto escolar nacional.
No paratletismo, Sergipe somou 14 medalhas, 6 ouros, 7 pratas e 1 bronze. Já a paranatação obteve o melhor rendimento da delegação, com 43 medalhas, sendo 28 ouros, 8 pratas e 7 bronzes, onde os treinos acontecem no Parque Aquático Oseas de Miranda, localizado no bairro Getúlio Vargas. No parabadminton, o estado garantiu um ouro e um bronze. O tênis de mesa paralímpico estreou na competição com dois ouros conquistados pela paratleta Ana Júlia, um na prova de duplas femininas, ao lado de uma atleta do Paraná, e outro na disputa individual. “Treinei muito e dei meu melhor. Estou muito feliz por trazer essas conquistas para Sergipe”, afirmou Ana Júlia.
A paratleta é treinada pela professora Ana Mufarrege, responsável pelo tênis de mesa paralímpico, na Escola de Esporte Professor Kardec, no Santa Maria. Para a professora, o desempenho reflete o trabalho de base desenvolvido nas unidades esportivas do Estado. “Ana Júlia evoluiu tecnicamente e chegou preparada. Ver esse esforço se transformar em medalhas mostra que estamos no caminho certo”, disse.
Na paranatação, o professor Ivan Secundo destacou o resultado expressivo da modalidade. “Essas 43 medalhas são fruto de um trabalho diário, com estrutura adequada e compromisso. Os paratletas mostraram que Sergipe tem potencial para continuar crescendo no cenário paralímpico”, afirmou.
A edição deste ano também marcou a despedida de alguns paratletas que encerram sua participação por limite de idade, como Sérgio Cauã, da bocha. “Foi minha última vez e eu só tenho gratidão. Representar Sergipe nesses anos mudou minha vida”, declarou.

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