Sergipe fica com a quinta maior mortalidade infantil do NE

 

O estado de Sergipe 
voltou a apresen
tar mais resultados negativos em pesquisas que medem a expectativa de vida e a mortalidade infantil. Estes são os resultados da "Tábua da Mortalidade", uma pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede a mortalidade infantil e diferença na expectativa de vida entre homens e mulheres. O estudo permite que se conheçam os níveis e padrões de mortalidade da população brasileira, e tem sido utilizado como um dos parâmetros necessários na determinação do chamado ‘fator previdenciário’, para o cálculo dos valores relativos às aposentadorias dos trabalhadores que estão sob o Regime Geral de Previdência Social.
O estudo apontou que a taxa de mortalidade infantil em Sergipe é de 14,8 para cada mil nascidos vivos, sendo o 5º estado do Nordeste com maior taxa. A maior taxa no Nordeste é do Maranhão, com 19,4 óbitos, e a menor é de Pernambuco, com 11,7. Em nível nacional, a menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Espírito Santo, registrando 8,1 óbitos, e a maior pertenceu ao Amapá, com 22,8. A mortalidade de crianças menores de 1 ano é um importante indicador da condição de vida socioeconômica de uma região. 
Outro indicador que reflete o nível da mortalidade de uma população como um todo é a expectativa ou esperança de vida ao nascer, pois um recém-nascido sofrerá os riscos de morte em todas as fases da vida. Para ambos os sexos, a esperança de vida ao nascer em Sergipe é de 73,2 anos, estando abaixo da média nacional que é de 76,3 anos. Com esse valor, Sergipe é o 8º estado brasileiro com menor esperança de vida ao nascer.
A esperança de vida ao nascer para os homens em Sergipe é de 69 anos, o que coloca o estado como o 6º no país com menor valor deste indicador e o 4º no Nordeste. O maior foi registrado em Santa Catarina com 76,4 anos. A média nacional foi de 72,8 anos. Já para as mulheres, a esperança de vida em Sergipe é de 77,4 anos, sendo que a média nacional é de 79,9 anos. O maior número foi registrado em Santa Catarina com 83 anos. Neste critério, Sergipe é o 4º estado nordestino com menor valor. Sergipe, em relação ao país, fica em 18º com maior esperança de vida ao nascer.
Para o IBGE, os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos jovens por causas violentas, que incidem diretamente no cálculo das esperanças de vida ao nascer da população masculina. A maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres foi em Alagoas, com 9,5 anos a favor das mulheres, seguido da Bahia (9,2 anos), Piauí (8,6) e Sergipe (8,5). Ainda conforme a pesquisa, o tempo médio que um indivíduo que completar 65 anos, em Sergipe, poderá viver é de 80,3 anos para homens e 83,7 anos para mulheres. Esse número é um dos menores do Nordeste, principalmente para os homens. Em relação ao total dos indivíduos que completarem 65 anos, Sergipe é o 3º estado nordestino com menor tempo médio de vida.

O estado de Sergipe  voltou a apresen tar mais resultados negativos em pesquisas que medem a expectativa de vida e a mortalidade infantil. Estes são os resultados da "Tábua da Mortalidade", uma pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede a mortalidade infantil e diferença na expectativa de vida entre homens e mulheres. O estudo permite que se conheçam os níveis e padrões de mortalidade da população brasileira, e tem sido utilizado como um dos parâmetros necessários na determinação do chamado ‘fator previdenciário’, para o cálculo dos valores relativos às aposentadorias dos trabalhadores que estão sob o Regime Geral de Previdência Social.
O estudo apontou que a taxa de mortalidade infantil em Sergipe é de 14,8 para cada mil nascidos vivos, sendo o 5º estado do Nordeste com maior taxa. A maior taxa no Nordeste é do Maranhão, com 19,4 óbitos, e a menor é de Pernambuco, com 11,7. Em nível nacional, a menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Espírito Santo, registrando 8,1 óbitos, e a maior pertenceu ao Amapá, com 22,8. A mortalidade de crianças menores de 1 ano é um importante indicador da condição de vida socioeconômica de uma região. 
Outro indicador que reflete o nível da mortalidade de uma população como um todo é a expectativa ou esperança de vida ao nascer, pois um recém-nascido sofrerá os riscos de morte em todas as fases da vida. Para ambos os sexos, a esperança de vida ao nascer em Sergipe é de 73,2 anos, estando abaixo da média nacional que é de 76,3 anos. Com esse valor, Sergipe é o 8º estado brasileiro com menor esperança de vida ao nascer.
A esperança de vida ao nascer para os homens em Sergipe é de 69 anos, o que coloca o estado como o 6º no país com menor valor deste indicador e o 4º no Nordeste. O maior foi registrado em Santa Catarina com 76,4 anos. A média nacional foi de 72,8 anos. Já para as mulheres, a esperança de vida em Sergipe é de 77,4 anos, sendo que a média nacional é de 79,9 anos. O maior número foi registrado em Santa Catarina com 83 anos. Neste critério, Sergipe é o 4º estado nordestino com menor valor. Sergipe, em relação ao país, fica em 18º com maior esperança de vida ao nascer.
Para o IBGE, os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos jovens por causas violentas, que incidem diretamente no cálculo das esperanças de vida ao nascer da população masculina. A maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres foi em Alagoas, com 9,5 anos a favor das mulheres, seguido da Bahia (9,2 anos), Piauí (8,6) e Sergipe (8,5). Ainda conforme a pesquisa, o tempo médio que um indivíduo que completar 65 anos, em Sergipe, poderá viver é de 80,3 anos para homens e 83,7 anos para mulheres. Esse número é um dos menores do Nordeste, principalmente para os homens. Em relação ao total dos indivíduos que completarem 65 anos, Sergipe é o 3º estado nordestino com menor tempo médio de vida.

 

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