Sergipe é o menor estado da federação brasileira, porém é pródigo em confederações esportivas. O estado tem provado a competência dos seus gestores esportivos e a cada dia ganha mais uma confederação.
Primeiro foi a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), com Manoel Luiz Oliveira, depois veio a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), com Luciene Resende, a Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), com Antônio Hora Filho, a Confederação Brasileira de Beach Soccer (CBBS), com Ricardo Ribeiro e agora a Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) com Renan Tavares.
O sergipano Renan Tavares foi eleito no último domingo 8, para presidência da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), em substituição ao cearense Aécio Borba. Isso sem contar a vice-presidência da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), com Gilvan Costa. Renan que já era vice-presidente da entidade, foi eleito pela Assembleia Geral Extraordinária, realizada em Fortaleza no último dia 8, com apoio de todos os 25 presidentes das Federações dos Estados.
Como Aécio de Borba Vasconcelos foi eleito para um mandato de quatro anos, Renan ficará na presidência até o fim de 2017. Louise Bedê assume a vice-presidência de Administração e haverá eleição para o preenchimento dos cargos de vice-presidente Geral e vice-presidente de Competições.
Histórico – O sergipano, que tanto contribuiu para o crescimento e engrandecimento da modalidade em todo país, afirmou que trabalhará com diálogo aberto. em busca de melhorias para o futsal em todo o território nacional. "Buscamos com todos os presidentes, exatamente um consenso. Já que se trata de uma nova administração, temos novos projetos e planos, mas que precisa, fundamentalmente, do apoio de todos. O futsal precisa resgatar a sua tranquilidade administrativa e isso só será possível, com a soma de esforços e compreensão de todas as federações, desde quando a CBFS apenas administra um grande ‘condomínio’, que tem justamente como base as suas filiadas", afirmou Renan Tavares.
O presidente da Federação Mineira de Futsal, Marcos Madeira, aponta um futuro promissor para o esporte com as medidas que devem ser adotadas. "Era necessário que acontecesse essa mudança. Não existe mudança sem trauma. Vamos ver a partir desta data, desta reunião, se conseguimos sanar as pendências da Confederação na parte administrativa".
O clima positivo também foi destacado pelo presidente da Federação Mato-grossense de Futsal, Pedro Verão. Ele enfatiza que as possibilidades significativas de uma melhoria após a realização da Assembleia, principalmente pela política adotada pela nova gestão da modalidade no Brasil.
"Quebramos algumas arestas e desencontros na gestão do futsal do Brasil. As Federações saíram da reunião unidas e conscientes, do papel e da importância de cada uma no desenvolvimento da modalidade no Brasil, apoiando a nova administração. Isso conforta, já que somos um país de evidência no futsal e isso deve permanecer. Vamos continuar nossa luta em prol do futsal do Brasil", relata.
Renan Tavares espera que as Federações também participem das buscas por soluções aos problemas da entidade. "As críticas são sempre bem-vindas, notadamente quando elas trazem em seu bojo sugestões. Apelei aos presidentes das federações, para que essas observações venham acompanhadas de diálogo e que seja produtivo para o crescimento do futsal. Queremos voltar ao clima de tranquilidade com as federações e acredito que esse passo já foi dado, assim como com os atletas e os clubes", pontua.


