Série de Ruy Castro dedicada a Tom Jobim estreia na Rádio MEC

A Rádio MEC estreou o seriado Tom Jobim, o Ouvidor do Brasil, produção inédita apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro que celebra um dos maiores gênios da música brasileira. Em oito episódios, a atração vai ao ar na emissora pública com edições semanais às 21h. A série original também ganha transmissão na Rádio Nacional às segundas-feiras, às 23h, a partir do dia 25 de agosto.
Inspirado no livro homônimo lançado por Ruy Castro pela editora Companhia das Letras, o programa dedicado a Antônio Carlos Jobim destaca os estilos, fases e temáticas abordadas em suas obras. O seriado traz ainda os grandes nomes que interpretaram composições de Tom desde o começo de sua carreira até os dias de hoje.
“Tom foi o nosso ouvidor moderno – ele ouvia as queixas da mata, dos mares, dos ares. E, como músico, ouvia também os sons do Brasil e os reproduzia em sua música inigualável”, afirma Ruy Castro no episódio de estreia O Tom da Ecologia. Nas semanas seguintes, o público vai ouvir Tom: Antes da Bossa Nova, O Brasil Canta Tom Jobim, Jobim Jazz, O Mundo Canta Tom Jobim, Jobim Sinfônico, João Gilberto Canta Jobim e Tom por Tom.
A produção de Ruy Castro está disponível em diversas plataformas. Além de acompanhar no dial da emissora, os ouvintes podem conferir o conteúdo exclusivo no app Rádios EBC, na transmissão em streaming no site da emissora pública e em formato podcast pelo Spotify.

O escritor – O jornalista e escritor Ruy Castro começou sua trajetória profissional como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e atuou nos principais veículos da imprensa carioca e paulistana. Em 1988 passou a se dedicar aos livros e fez sua estreia como escritor em 1990, com o lançamento de Chega de Saudade: a História e as Histórias da Bossa Nova.
É autor de biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920, além de romances e obras sobre cinema e literatura. Em 2021, foi agraciado com o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). No ano seguinte, foi eleito para ocupar a Cadeira 13 da ABL. (Agência Brasil)

Compartilhe esta notícia