Servidores da Cogerp fazem paralisação de 24 horas
Os servidores da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) fizeram ontem uma manifestação na porta do Instituto Médico Legal (IML) e paralisaram parcialmente as atividades, mantendo o atendimento ao público com apenas 30% dos servidores. A paralisação foi convocada pelo Sindicato da Polícia Técnica (Sinpoltec), que pede a reestruturação da carreira desde 2014. Em Sergipe, são 320 servidores do Cogerp, entrepapiloscopistas, técnicos em radiologia e de necropsia, e médicos legistas, que atendem aos institutos de Criminalística, Identificação, Análises Forenses e IML.
A principal queixa deles é a falta da restruturação de carreira, com a correção de algumas regras e de enquadramentos na estruturação da carreira. "Nós não queremos aumento salarial, até porque a lei não permite. Nosso desejo é uma reestruturação completa da carreira. Com cada servidor no seu devido lugar e recebendo de acordo com as funções que realiza", resume o presidente do sindicato,Eziel Oliveira.
Em janeiro de 2020, os servidores pediram uma nova mesa de negociação com o governo, mas segundo o sindicato, eles não foram atendidos até hoje e nem houve qualquer resposta. Eziel afirma que a categoria vai convocar uma nova assembleia para os próximos dias, a depender das novas tentativas de diálogo com o governo, e admite que a realização de uma greve não está descartada, o que pode prejudicar serviços como liberação de corpos, realização de exames de corpo de delito e emissão de RG.
Em nota, a SSP informou que tem tratado do assunto junto ao Governo do estado e dos representantes dos Institutos da Coordenadoria Geral de Perícias. E que parte do atendimento continua normalmente nos Institutos. "A SSP reconhece a importância de todos os servidores da Cogerp e atua para a manutenção de seus servidores", diz o órgão.
Os servidores da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) fizeram ontem uma manifestação na porta do Instituto Médico Legal (IML) e paralisaram parcialmente as atividades, mantendo o atendimento ao público com apenas 30% dos servidores. A paralisação foi convocada pelo Sindicato da Polícia Técnica (Sinpoltec), que pede a reestruturação da carreira desde 2014. Em Sergipe, são 320 servidores do Cogerp, entrepapiloscopistas, técnicos em radiologia e de necropsia, e médicos legistas, que atendem aos institutos de Criminalística, Identificação, Análises Forenses e IML.
A principal queixa deles é a falta da restruturação de carreira, com a correção de algumas regras e de enquadramentos na estruturação da carreira. "Nós não queremos aumento salarial, até porque a lei não permite. Nosso desejo é uma reestruturação completa da carreira. Com cada servidor no seu devido lugar e recebendo de acordo com as funções que realiza", resume o presidente do sindicato,Eziel Oliveira.
Em janeiro de 2020, os servidores pediram uma nova mesa de negociação com o governo, mas segundo o sindicato, eles não foram atendidos até hoje e nem houve qualquer resposta. Eziel afirma que a categoria vai convocar uma nova assembleia para os próximos dias, a depender das novas tentativas de diálogo com o governo, e admite que a realização de uma greve não está descartada, o que pode prejudicar serviços como liberação de corpos, realização de exames de corpo de delito e emissão de RG.
Em nota, a SSP informou que tem tratado do assunto junto ao Governo do estado e dos representantes dos Institutos da Coordenadoria Geral de Perícias. E que parte do atendimento continua normalmente nos Institutos. "A SSP reconhece a importância de todos os servidores da Cogerp e atua para a manutenção de seus servidores", diz o órgão.