Servidores queimam bonecos de deputados em protesto

 

No dia seguinte à aprovação dos projetos de lei que instituem uma reforma no Sergipe previdências, manifestantes ligados às categorias de servi dores públicos estaduais fizeram um protesto na Praça General Valadão, centro da capital. Eles queimaram 21 bonecos representando o governador Belivaldo Chagas, o presidente Jair Bolsonaro e os 19 deputados estaduais que votaram a favor da reforma, na Assembleia Legislativa. Antes de atearem fogo aos bonecos de pano com fotos dos rostos deles, os sindicalistas fizeram muitas críticas aos parlamentares e ao governo, acusando-o de retirar direitos dos trabalhadores e prejudicar a possibilidade de aposentadoria, através das novas regras. 
"A população, os servidores, os pensionistas e aposentados de Sergipe ao receberem seus salários e aposentadorias descontados devem saber os deputados que votaram pela redução de seus direitos, prejudicando ainda mais a vida de todas as suas famílias", diz o manifesto dos sindicatos, que também faz críticas fortes e abertas ao senador Alessandro Vieira (Cidadania), à Vice-governadora Eliane Aquino e a parte dos integrantes do PT em Sergipe, por terem votado ou manifestado apoio à reforma apresentada na Alese. 
Na ocasião, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) divulgou o resultado da Prova Final da Educação Pública, que atribui notas à relação dos professores com as prefeituras e o Governo, avaliando critérios como o cumprimento do piso salarial, transparência e investimentos em condições de trabalho. A gestão da secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seduc) recebeu a nota 1,3. Já entre os 74 municípios, com exceção de Aracaju, apenas 19 municípios obtiveram nota maior que 5,0 e outras nove gestões foram avaliadas com notas menores que 1,0. Em nota, o governo afirmou que não conhece o critério de avaliação feita pelo Sintese, mas considera que a educação foi a área que mais avançou na atual gestão.

No dia seguinte à aprovação dos projetos de lei que instituem uma reforma no Sergipe previdências, manifestantes ligados às categorias de servi dores públicos estaduais fizeram um protesto na Praça General Valadão, centro da capital. Eles queimaram 21 bonecos representando o governador Belivaldo Chagas, o presidente Jair Bolsonaro e os 19 deputados estaduais que votaram a favor da reforma, na Assembleia Legislativa. Antes de atearem fogo aos bonecos de pano com fotos dos rostos deles, os sindicalistas fizeram muitas críticas aos parlamentares e ao governo, acusando-o de retirar direitos dos trabalhadores e prejudicar a possibilidade de aposentadoria, através das novas regras. 
"A população, os servidores, os pensionistas e aposentados de Sergipe ao receberem seus salários e aposentadorias descontados devem saber os deputados que votaram pela redução de seus direitos, prejudicando ainda mais a vida de todas as suas famílias", diz o manifesto dos sindicatos, que também faz críticas fortes e abertas ao senador Alessandro Vieira (Cidadania), à Vice-governadora Eliane Aquino e a parte dos integrantes do PT em Sergipe, por terem votado ou manifestado apoio à reforma apresentada na Alese. 
Na ocasião, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) divulgou o resultado da Prova Final da Educação Pública, que atribui notas à relação dos professores com as prefeituras e o Governo, avaliando critérios como o cumprimento do piso salarial, transparência e investimentos em condições de trabalho. A gestão da secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seduc) recebeu a nota 1,3. Já entre os 74 municípios, com exceção de Aracaju, apenas 19 municípios obtiveram nota maior que 5,0 e outras nove gestões foram avaliadas com notas menores que 1,0. Em nota, o governo afirmou que não conhece o critério de avaliação feita pelo Sintese, mas considera que a educação foi a área que mais avançou na atual gestão.

 

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