Com o objetivo de reabrir a mesa geral de negociações com o Governo do Estado, líderes sindicais e de associação protocolaram documento neste sentido no Palácio de Despachos Adélia Franco. A tentativa tem como pontos principais recompor perdas salariais dos servidores públicos nos últimos anos e a imediata saída do limite prudencial.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE) esteve presente ao evento e, logo após à protocolização de documento oficial ao Governo, adiantou que as mesmas entidades farão uma nova reunião na próxima segunda feira (06). "Para que fique bem claro, não se trata de aumento de salário, mas, verdadeiramente, exigir respeito, dignidade e condições de trabalho a fim de prestar um melhor atendimento aos cidadãos, os quais, assim como nós servidores, já sofrem demais com a enorme carga de impostos pagos ao Estado. O povo ‘não quer só comida’, o povo quer segurança, saúde e educação de qualidade", disse João Alexandre.
O presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza, informou que "nunca mais houve uma discussão com o governo e a última foi em 2012 quando o secretário da fazenda era Nilson Lima. Este é o início de uma mobilização unificada dos servidores do Estado."
Além do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe – Sinpol/SE, também participaram da reunião a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB/SE), o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público (Sintrase), Sindicato dos Psicólogos (Sinpsi), Sindicato do Fisco de Sergipe, Sindicatos do Penitenciários (Sindipen), Sindicato dos Condutores de Ambulâncias de Sergipe (Sinconan), Sindicato dos Servidores da Saúde (Sintasa), Sindicato dos Enfermeiros (Seese), Sindicato dos Enfermeiros de Sergipe (Seese), Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed-SE), Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol) e o Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Sergipe (Sterts/SE).
Assessoria Sinpol Sergipe


