Os dirigentes de sindicatos de servidores públicos do Estado de Sergipe deliberam em reunião realizada na manhã de ontem a convocação de uma Assembleia Unificada dos Servidores a ser realizada na próxima segunda-feira (16), às 15h. A assembleia será realizada na Praça Fausto Cardoso, em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Na pauta unificada está o debate e a deliberação de paralisação geral dos servidores públicos contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Previdência estadual.
"Além do Sindifisco outros sindicatos estão pressionando parlamentares para que os projetos relativos à Previdência estadual possam passar por audiências públicas, para ouvir técnicos, os sindicatos e os trabalhadores. Estaremos atentos para que possamos nesse processo impedir que dispositivos venham para retirar mais direitos dos servidores públicos", afirma o presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza que estava ontem na galeria da Alese, com uma comitiva de auditores. Os sindicalistas também aprovaram uma agenda de atividades para pressionar parlamentares e buscar apoio da sociedade contra a PEC.
Manifestação – Centrais sindicais voltam a se reunir nessa sexta-feira, no centro comercial de Aracaju para pressionar o Governo de Sergipe a não dar seguimento ao processo administrativo de reforma da previdência estadual. Coordenado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o movimento deve reunir no Calçadão da Rua João Pessoa servidores públicos que atuam em todas as regiões do Estado. Na concepção dos militantes sociais, a proposta pleiteada pelo Palácio Governador Augusto Franco segue a conduta administrativa semelhante ao aplicado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro no início desse segundo semestre de 2019. A mobilização busca ainda conquistar o apoio de deputados estaduais.
Avaliando a atual administração estadual como de perfil ‘difícil em diálogos’, as classes
"Uma sexta-feira, 13, típica de luta, de unificação e de defesa dos nossos direitos. Não adianta criticar o presidente Jair Bolsonaro por apresentar uma reforma que atinge, e muito, o cidadão brasileiro, e chegar aqui e amenizar o governador Belivaldo Chagas. Ser lobo contra o pior presidente da história, e ser ovelha com esse governo lamentável de Belivaldo é contraditório. A nossa luta será unificada e precisamos do apoio de todos os sergipanos e deputados", avaliou professor Roberto Silva, presidente da CUT.
Os dirigentes de sindicatos de servidores públicos do Estado de Sergipe deliberam em reunião realizada na manhã de ontem a convocação de uma Assembleia Unificada dos Servidores a ser realizada na próxima segunda-feira (16), às 15h. A assembleia será realizada na Praça Fausto Cardoso, em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Na pauta unificada está o debate e a deliberação de paralisação geral dos servidores públicos contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Previdência estadual.
"Além do Sindifisco outros sindicatos estão pressionando parlamentares para que os projetos relativos à Previdência estadual possam passar por audiências públicas, para ouvir técnicos, os sindicatos e os trabalhadores. Estaremos atentos para que possamos nesse processo impedir que dispositivos venham para retirar mais direitos dos servidores públicos", afirma o presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza que estava ontem na galeria da Alese, com uma comitiva de auditores. Os sindicalistas também aprovaram uma agenda de atividades para pressionar parlamentares e buscar apoio da sociedade contra a PEC.
Manifestação – Centrais sindicais voltam a se reunir nessa sexta-feira, no centro comercial de Aracaju para pressionar o Governo de Sergipe a não dar seguimento ao processo administrativo de reforma da previdência estadual. Coordenado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o movimento deve reunir no Calçadão da Rua João Pessoa servidores públicos que atuam em todas as regiões do Estado. Na concepção dos militantes sociais, a proposta pleiteada pelo Palácio Governador Augusto Franco segue a conduta administrativa semelhante ao aplicado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro no início desse segundo semestre de 2019. A mobilização busca ainda conquistar o apoio de deputados estaduais.
Avaliando a atual administração estadual como de perfil ‘difícil em diálogos’, as classes
"Uma sexta-feira, 13, típica de luta, de unificação e de defesa dos nossos direitos. Não adianta criticar o presidente Jair Bolsonaro por apresentar uma reforma que atinge, e muito, o cidadão brasileiro, e chegar aqui e amenizar o governador Belivaldo Chagas. Ser lobo contra o pior presidente da história, e ser ovelha com esse governo lamentável de Belivaldo é contraditório. A nossa luta será unificada e precisamos do apoio de todos os sergipanos e deputados", avaliou professor Roberto Silva, presidente da CUT.


