Sindicatos protestam e denunciam perdas para os servidores

 

A direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em parceria com a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), e da CSP Conlutas, alega que é inaceitável partidos políticos se mostrarem amplamente contrários às mudanças impostas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, e, em Sergipe, por ser aliado do governador Belivaldo Chagas, minimizar as críticas. Essas intervenções democráticas recebem, por exemplo, o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SENGE, ANDES, bancários e dos enfermeiros.
Oficializado a derrota no pleito, o presidente da CUT Sergipe, Professor Roberto Silva, enalteceu que o posicionamento adotado pelo governador Belivaldo Chagas (PSD), é mais agressiva que a reforma previdenciária apresentada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). "Essa é uma proposta que prejudica os servidores públicos, é uma cópia piorada da reforma de Bolsonaro. Ela retira direitos históricos conquistados pelos trabalhadores do serviço público. Lamentável que se aprove uma proposta dessa sem o devido debate público, principalmente com aqueles que serão afetados por ela, que são os servidores públicos estaduais", criticou.
Perdas – Em nota, a CUT destacou as perdas para os servidores públicos: Ampliação da idade para aposentadoria: mulheres mais 7 anos e homens mais 5 anos; Redução salários dos aposentados em 14%, para quem recebe acima do salário mínimo (pois todos voltam a contribuir para a previdência); – Redução da pensão em 50% da cota família e 10% por cada membro da família; Praticamente acabar com abono de permanência, quando remete o seu pagamento a uma lei complementar futura; Extinção da aposentadoria especial para professores e professoras que estão nas escolas em direção, coordenação pedagógica e readaptados de função, com isso as mulheres terão que trabalhar mais 12 anos e os homens mais 10 anos; Aumento da média para cálculo das aposentadorias de 80% para 100% das remunerações, situação que vai reduzir os valores, pois no início de carreira os salários são menores que fim de carreira; Redução dos salários dos servidores em atividade com o aumento da alíquota de 13% para 14%.

A direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em parceria com a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), e da CSP Conlutas, alega que é inaceitável partidos políticos se mostrarem amplamente contrários às mudanças impostas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, e, em Sergipe, por ser aliado do governador Belivaldo Chagas, minimizar as críticas. Essas intervenções democráticas recebem, por exemplo, o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SENGE, ANDES, bancários e dos enfermeiros.
Oficializado a derrota no pleito, o presidente da CUT Sergipe, Professor Roberto Silva, enalteceu que o posicionamento adotado pelo governador Belivaldo Chagas (PSD), é mais agressiva que a reforma previdenciária apresentada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). "Essa é uma proposta que prejudica os servidores públicos, é uma cópia piorada da reforma de Bolsonaro. Ela retira direitos históricos conquistados pelos trabalhadores do serviço público. Lamentável que se aprove uma proposta dessa sem o devido debate público, principalmente com aqueles que serão afetados por ela, que são os servidores públicos estaduais", criticou.

Perdas – Em nota, a CUT destacou as perdas para os servidores públicos: Ampliação da idade para aposentadoria: mulheres mais 7 anos e homens mais 5 anos; Redução salários dos aposentados em 14%, para quem recebe acima do salário mínimo (pois todos voltam a contribuir para a previdência); – Redução da pensão em 50% da cota família e 10% por cada membro da família; Praticamente acabar com abono de permanência, quando remete o seu pagamento a uma lei complementar futura; Extinção da aposentadoria especial para professores e professoras que estão nas escolas em direção, coordenação pedagógica e readaptados de função, com isso as mulheres terão que trabalhar mais 12 anos e os homens mais 10 anos; Aumento da média para cálculo das aposentadorias de 80% para 100% das remunerações, situação que vai reduzir os valores, pois no início de carreira os salários são menores que fim de carreira; Redução dos salários dos servidores em atividade com o aumento da alíquota de 13% para 14%.

 

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