Sintese ainda não recebeu
notificação sobre ilegalidade de greve
Sem notificação protocolada pelo Poder Judiciário sergipano, milhares de professores da rede estadual seguem de braços cruzados e em greve por tempo ainda indeterminado. Ao JORNAL DO DIA, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) destacou na manhã de ontem que a decisão expedida pelo desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, tornando o ato grevista como ilegal, não havia sido entregue à entidade sindical que coordena a mobilização. O Tribunal de Justiça de Sergipe foi provocado pelo governo do estado, após a administração entender que a suspensão das atividades viola o direito constitucional à educação das crianças e dos adolescentes.
Sem descartar a possibilidade de reiniciar as atividades presenciais, em respeito exclusivo às ordens judiciais, e, não, aos desejos administrativos do governo de Sergipe, o Sintese revelou ao JD que, assim que a decisão despachada pelo desembargador Osório de Araújo for oficializada junto à entidade de representação da classe trabalhadora, uma assembleia extraordinária deve ser agendada para deliberar pelo atendimento e respeito às exigências jurídicas, ou, se a categoria vai optar por pagar possíveis multas pelo respectivo descumprimento. Entre o recebimento documental e início da assembleia, o Sintese acredita que a definição consensual deve durar até 72h; esse tempo pode ser ampliado ou reduzido a depender do horário que a notificação seja protocolada.
De acordo com a presidente do Sintese, Ivonete Cruz, a direção sindical segue os interesses da classe trabalhadora, ou seja, toda e qualquer definição deliberada pela maioria dos educadores presentes na assembleia, será integralmente respeitada e conduzida de imediato. "Vamos chamar a assembleia ainda essa semana, com os professores da rede pública e são eles que vão decidir se retornam ou não para as atividades presenciais. Mas, por enquanto, os professores permanecem em ensino remoto. Não é a multa que vai definir a posição da direção do sindicato, quem decide se vai retornar para sala de aula sem as mínimas condições são os professores", avisou. A multa estipulada pelo TJ, foi no valor de R$ 40 mil para cada dia de descumprimento da ordem.
Desde a primeira quinzena de junho deste ano a classe trabalhadora tem defendido pela manutenção dos serviços com educação à distância até que todos os educadores estejam completamente vacinados. Os profissionais destacaram ainda que esse retorno às dependências internas das escolas deve ocorrer 15 dias após os educadores terem recebido a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Conforme já destacado pelo JORNAL DO DIA, a conclusão do processo de aplicação envolvendo a segunda dose do imunizante para a classe trabalhadora está prevista para até a segunda quinzena do próximo mês de setembro.
Sem notificação protocolada pelo Poder Judiciário sergipano, milhares de professores da rede estadual seguem de braços cruzados e em greve por tempo ainda indeterminado. Ao JORNAL DO DIA, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) destacou na manhã de ontem que a decisão expedida pelo desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, tornando o ato grevista como ilegal, não havia sido entregue à entidade sindical que coordena a mobilização. O Tribunal de Justiça de Sergipe foi provocado pelo governo do estado, após a administração entender que a suspensão das atividades viola o direito constitucional à educação das crianças e dos adolescentes.
Sem descartar a possibilidade de reiniciar as atividades presenciais, em respeito exclusivo às ordens judiciais, e, não, aos desejos administrativos do governo de Sergipe, o Sintese revelou ao JD que, assim que a decisão despachada pelo desembargador Osório de Araújo for oficializada junto à entidade de representação da classe trabalhadora, uma assembleia extraordinária deve ser agendada para deliberar pelo atendimento e respeito às exigências jurídicas, ou, se a categoria vai optar por pagar possíveis multas pelo respectivo descumprimento. Entre o recebimento documental e início da assembleia, o Sintese acredita que a definição consensual deve durar até 72h; esse tempo pode ser ampliado ou reduzido a depender do horário que a notificação seja protocolada.
De acordo com a presidente do Sintese, Ivonete Cruz, a direção sindical segue os interesses da classe trabalhadora, ou seja, toda e qualquer definição deliberada pela maioria dos educadores presentes na assembleia, será integralmente respeitada e conduzida de imediato. "Vamos chamar a assembleia ainda essa semana, com os professores da rede pública e são eles que vão decidir se retornam ou não para as atividades presenciais. Mas, por enquanto, os professores permanecem em ensino remoto. Não é a multa que vai definir a posição da direção do sindicato, quem decide se vai retornar para sala de aula sem as mínimas condições são os professores", avisou. A multa estipulada pelo TJ, foi no valor de R$ 40 mil para cada dia de descumprimento da ordem.
Desde a primeira quinzena de junho deste ano a classe trabalhadora tem defendido pela manutenção dos serviços com educação à distância até que todos os educadores estejam completamente vacinados. Os profissionais destacaram ainda que esse retorno às dependências internas das escolas deve ocorrer 15 dias após os educadores terem recebido a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Conforme já destacado pelo JORNAL DO DIA, a conclusão do processo de aplicação envolvendo a segunda dose do imunizante para a classe trabalhadora está prevista para até a segunda quinzena do próximo mês de setembro.