Quando petistas históricos e fundadores do PT que hoje já não são filiados se reuniram com o senador Rogério Carvalho, pré-candidato ao governo em 2022, e criaram um grupo de whatsapp para compartilhar experiências e informações, fizeram uma sinalização clara: após as mortes de Marcelo Déda e José Eduardo Dutra, cabe a Rogério a tarefa de reorganizar o PT e retomar a hegemonia na política sergipana.
Na terça-feira, quando Rogério votou a favor da manutenção do orçamento secreto contrariando a orientação do partido, houve um protesto generalizado, a partir da direção nacional, com repercussão forte no estado. Uns sugeriam que Rogério deveria ser impedido de disputar o governo, velhos adversários internos começaram a divulgar fakes dizendo que a candidatura do senador prejudicaria Lula, e outros sugeriam que a vice-governadora Eliane Aquino, viúva de Déda, fosse a candidata majoritária do PT, só que ao senado.
Até que o presidente estadual do PT, deputado federal João Daniel, divulgou nota mostrando que o partido continua unido em torno da candidatura de Rogério Carvalho, “que possui um histórico de luta, de militância e de coerência com o PT”. E completou: “Com coragem e juntos com o senador Rogério Carvalho, construiremos um projeto que vai transformar a vida do povo sergipano e honrar a trajetória e a memória de petistas históricos de nosso estado, como os saudosos Marcelo Déda e Zé Eduardo Dutra”.
Rogério Carvalho é hoje o único capaz de derrotar o escolhido pelo governador Belivaldo Chagas (PSD), independente do nome. Sem ele, o PT seguirá a reboque dos antigos aliados que usam o nome de Déda para se perpetuarem no poder.
Só Rogério pode derrotar nome de Belivaldo


