Tambores na praça

 

Rian Santos
riancalangodoido@yahoo.com.br
Imaginem o espanto de 
um cidadão pouco fami-
liarizado com os picos da música instrumental brazuca ao cruzar a praça General Valadão, no coração de Aracaju, e dar de cara com Hamilton de Holanda, Armandinho, Trio Madeira Brasil, Amaro Freitas e outros da mesma grandeza, em plena noite de quinta-feira. É de fazer inveja a qualquer um. A emoção desse primeiro encontro luminoso certamente seguirá com o sortudo, o resto da vida, uma vela acesa contra toda a escuridão.
Pela primeira vez, desde a primeira edição do projeto Quinta Instrumental, um artista sobre o qual não tenho qualquer informação subirá ao palco montado no centro da cidade. A minha expectativa é imensa. A curadoria a cargo da Funcaju, promotora da festa imodesta, não dá ponto sem nó.
Gerônimo e Banda Mont Serrat – Para fechar o mês da Consciência Negra, a edição de novembro do Quinta Instrumental vai misturar Sergipe e a Bahia no próximo dia 28. O evento contará com Gerônimo e Banda Mont Serrat, Dissonantes e Orquestra de Atabaques, numa junção de sons com raízes fortes do Brasil. As apresentações serão realizadas, como de costume, a partir das 19h, na Praça General Valadão, com entrada franca. 
Para a noite instrumental, Gerônimo e Banda Mont Serrat farão um passeio musical pelas tradições culturais da Bahia com sucessos que marcaram carnavais. Gerônimo, símbolo contemporâneo da cultura baiana, vem com sua marcante polirritmia, que mistura a música afro-baiana, ritmos latinos, lambada, igexá, aguerê, afoxé, adarrum, entre outros. 
O grupo instrumental sergipano Dissonantes, formado por Daniel Melo (flauta transversal), Kelvin Cruz (bateria), Kelvin Farias (contrabaixo), Erick Freitas (piano) e Rafael Freitas (violão/guitarra) apresentará em seu repertório interpretações de peças do MPB, com execução de músicas autorais e de caráter erudito. 
Fechando o evento, a Orquestra de Atabaques, grupo sergipano que coloca lado a lado instrumentos da tradição ritual africana como rum, rumpi, lê, agogô, berimbau etc, virá para compor e abrilhantar a programação desta edição. O grupo tem como principal objetivo a busca pela valorização da música negra e preservação de suas raízes culturais, e tem a percussão como base musical de suas manifestações.
Quinta Instrumental -Desenvolvido pela Funcaju no âmbito do Planejamento Estratégico da atual gestão municipal, o Quinta Instrumental nasceu com o propósito de ocupar o centro histórico da capital sergipana com música. Em curto espaço de tempo, tornou-se um atrativo na agenda cultural, oferecendo à população música de qualidade em praça pública.

Imaginem o espanto de  um cidadão pouco fami- liarizado com os picos da música instrumental brazuca ao cruzar a praça General Valadão, no coração de Aracaju, e dar de cara com Hamilton de Holanda, Armandinho, Trio Madeira Brasil, Amaro Freitas e outros da mesma grandeza, em plena noite de quinta-feira. É de fazer inveja a qualquer um. A emoção desse primeiro encontro luminoso certamente seguirá com o sortudo, o resto da vida, uma vela acesa contra toda a escuridão.
Pela primeira vez, desde a primeira edição do projeto Quinta Instrumental, um artista sobre o qual não tenho qualquer informação subirá ao palco montado no centro da cidade. A minha expectativa é imensa. A curadoria a cargo da Funcaju, promotora da festa imodesta, não dá ponto sem nó.

Gerônimo e Banda Mont Serrat – Para fechar o mês da Consciência Negra, a edição de novembro do Quinta Instrumental vai misturar Sergipe e a Bahia no próximo dia 28. O evento contará com Gerônimo e Banda Mont Serrat, Dissonantes e Orquestra de Atabaques, numa junção de sons com raízes fortes do Brasil. As apresentações serão realizadas, como de costume, a partir das 19h, na Praça General Valadão, com entrada franca. 
Para a noite instrumental, Gerônimo e Banda Mont Serrat farão um passeio musical pelas tradições culturais da Bahia com sucessos que marcaram carnavais. Gerônimo, símbolo contemporâneo da cultura baiana, vem com sua marcante polirritmia, que mistura a música afro-baiana, ritmos latinos, lambada, igexá, aguerê, afoxé, adarrum, entre outros. 
O grupo instrumental sergipano Dissonantes, formado por Daniel Melo (flauta transversal), Kelvin Cruz (bateria), Kelvin Farias (contrabaixo), Erick Freitas (piano) e Rafael Freitas (violão/guitarra) apresentará em seu repertório interpretações de peças do MPB, com execução de músicas autorais e de caráter erudito. 
Fechando o evento, a Orquestra de Atabaques, grupo sergipano que coloca lado a lado instrumentos da tradição ritual africana como rum, rumpi, lê, agogô, berimbau etc, virá para compor e abrilhantar a programação desta edição. O grupo tem como principal objetivo a busca pela valorização da música negra e preservação de suas raízes culturais, e tem a percussão como base musical de suas manifestações.

Quinta Instrumental –Desenvolvido pela Funcaju no âmbito do Planejamento Estratégico da atual gestão municipal, o Quinta Instrumental nasceu com o propósito de ocupar o centro histórico da capital sergipana com música. Em curto espaço de tempo, tornou-se um atrativo na agenda cultural, oferecendo à população música de qualidade em praça pública.

 

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