Sexta, 04 De Abril De 2025
       
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THIAGO BRADO – A NOVA ESSÊNCIA DA MÚSICA CATÓLICA


Publicado em 27 de setembro de 2020
Por Jornal Do Dia


 

Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos
A canção foi gestada no final de 2013 e logo alcançou o YouTube com uma extraordinária aceitação, superando, até a presente data, mais de 122 milhões de visualizações. Minha Essência, de Thiago Brado, se tornou um dos maiores hits de uma nova geração de músicos e artistas católicos. Em 2016, o cantor confirmou o seu sucesso no álbum Minha Essência (faixa 13), pela gravadora TB Produções.
Desde os anos 70 que a música católica vem se notabilizando com a presença de padres cantores. Nesse sentido, Padre Zezinho, além de pioneiro, segue sendo até hoje um dos artistas da música católica com maior expressividade e longevidade. Com uma discografia multifacetada, contemplando pessoas de várias idades e com canções para todas as ocasiões (louvor, celebração, festa, aconselhamento, evangelização e catequese), ele tem o dom da comunicação e conseguiu durante sua carreira dialogar bem com crianças e jovens e a ter a coragem de dizer o que pensa e até de denunciar, com a música, as injustiças sociais.
Com o Padre Marcelo Rossi, os cantores católicos padres passam a assumir uma feição mais midiática e mercadológica, sem perder a ideia de evangelizar de acordo com as demandas do tempo presente. Nesse sentido, vale a expressão muito bem trabalhada pelo historiador e sociólogo sergipano, Prof. Dr. Péricles Morais (UFS), referente à discussão em torno do conceito de "artistas da fé", aos quais se somam os padres Antônio Maria, Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti e Alessandro, só para citar os mais expressivos e os que dividem a cena e o palco com notáveis da música sertaneja, por exemplo, ou outros nomes do cancioneiro brasileiro, com presença na TV e nas redes sociais de forma massificada.
Antes do estouro de Thiago Brado, é importante destacar que os leigos também passaram, nas duas últimas décadas, a ocupar lugar de protagonismo na música católica brasileira, notadamente a Banda Rosa de Saron e Diego Fernandes, com uma pegada mais "rock de Jesus" e pop, além da representação feminina, com Adriana Arydes e Eliane Ribeiro. Músicos e artistas que trouxeram novo ânimo e novas possibilidades de atingir o público jovem, frente ao avanço das igrejas e canções pentecostais de grande apelo midiático, a exemplo da Banda Catedral e da Banda Oficina G3.
Thiago Brado é natural de Cianorte-PR. Tem apenas 30 anos, tendo nascido no dia 17 de agosto de 1990. Em pouco menos de 10 anos de carreira, lançou os seguintes trabalhos no campo musical: O Céu é o meu caminho (2013); Eu Me Rendo (2015); Minha Essência (2016); Pulsar (Ao Vivo) – 2018; Sopro (2019).
Em 2017, estreou como escritor com o romance O Monge e a Coruja. Trata-se de uma excelente fábula, que traz valiosos ensinamentos, não somente no campo religioso, mas também pessoal. Sua narrativa é leve, profunda e acessível. Nos anos seguintes, publicou mais dois livros, ambos, baseados em dois de seus maiores sucessos da carreira musical: Minha Essência (2018); As Verdades do Tempo (2019). Ambos, testemunhais e de cunho reflexivo.
Carismático, de postura simples e de fala fácil, Thiago Brado cresce a cada novo projeto, seja como músico, seja como escritor. E o faz sem estardalhaços, grandes editoras e gravadoras, e sem contar com o aporte de artistas e cantores fora da seara católica de grande apelo popular. Seja na estrada ou no estúdio, não abre mão de viver a condição de pai e, sobretudo, de missionário que escolheu a música para evangelizar.
No prefácio do livro Minha Essência (2018), o Padre Joãozinho, que além de teólogo e comunicador, também canta, dirá, com muita propriedade, sobre o talentoso Thiago Brado: "O brado musical de Thiago já tem lugar cativo na alma do povo, desde os mais jovens aos que acumulam três doses de juventude" (pp. 9-10). Que o perfume de Deus possa, enfim, exalar no combalido início de século XXI, por meio de suas canções e seus ensinamentos, jovens na idade e essenciais na mensagem.

Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos

A canção foi gestada no final de 2013 e logo alcançou o YouTube com uma extraordinária aceitação, superando, até a presente data, mais de 122 milhões de visualizações. Minha Essência, de Thiago Brado, se tornou um dos maiores hits de uma nova geração de músicos e artistas católicos. Em 2016, o cantor confirmou o seu sucesso no álbum Minha Essência (faixa 13), pela gravadora TB Produções.
Desde os anos 70 que a música católica vem se notabilizando com a presença de padres cantores. Nesse sentido, Padre Zezinho, além de pioneiro, segue sendo até hoje um dos artistas da música católica com maior expressividade e longevidade. Com uma discografia multifacetada, contemplando pessoas de várias idades e com canções para todas as ocasiões (louvor, celebração, festa, aconselhamento, evangelização e catequese), ele tem o dom da comunicação e conseguiu durante sua carreira dialogar bem com crianças e jovens e a ter a coragem de dizer o que pensa e até de denunciar, com a música, as injustiças sociais.
Com o Padre Marcelo Rossi, os cantores católicos padres passam a assumir uma feição mais midiática e mercadológica, sem perder a ideia de evangelizar de acordo com as demandas do tempo presente. Nesse sentido, vale a expressão muito bem trabalhada pelo historiador e sociólogo sergipano, Prof. Dr. Péricles Morais (UFS), referente à discussão em torno do conceito de "artistas da fé", aos quais se somam os padres Antônio Maria, Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti e Alessandro, só para citar os mais expressivos e os que dividem a cena e o palco com notáveis da música sertaneja, por exemplo, ou outros nomes do cancioneiro brasileiro, com presença na TV e nas redes sociais de forma massificada.
Antes do estouro de Thiago Brado, é importante destacar que os leigos também passaram, nas duas últimas décadas, a ocupar lugar de protagonismo na música católica brasileira, notadamente a Banda Rosa de Saron e Diego Fernandes, com uma pegada mais "rock de Jesus" e pop, além da representação feminina, com Adriana Arydes e Eliane Ribeiro. Músicos e artistas que trouxeram novo ânimo e novas possibilidades de atingir o público jovem, frente ao avanço das igrejas e canções pentecostais de grande apelo midiático, a exemplo da Banda Catedral e da Banda Oficina G3.
Thiago Brado é natural de Cianorte-PR. Tem apenas 30 anos, tendo nascido no dia 17 de agosto de 1990. Em pouco menos de 10 anos de carreira, lançou os seguintes trabalhos no campo musical: O Céu é o meu caminho (2013); Eu Me Rendo (2015); Minha Essência (2016); Pulsar (Ao Vivo) – 2018; Sopro (2019).
Em 2017, estreou como escritor com o romance O Monge e a Coruja. Trata-se de uma excelente fábula, que traz valiosos ensinamentos, não somente no campo religioso, mas também pessoal. Sua narrativa é leve, profunda e acessível. Nos anos seguintes, publicou mais dois livros, ambos, baseados em dois de seus maiores sucessos da carreira musical: Minha Essência (2018); As Verdades do Tempo (2019). Ambos, testemunhais e de cunho reflexivo.
Carismático, de postura simples e de fala fácil, Thiago Brado cresce a cada novo projeto, seja como músico, seja como escritor. E o faz sem estardalhaços, grandes editoras e gravadoras, e sem contar com o aporte de artistas e cantores fora da seara católica de grande apelo popular. Seja na estrada ou no estúdio, não abre mão de viver a condição de pai e, sobretudo, de missionário que escolheu a música para evangelizar.
No prefácio do livro Minha Essência (2018), o Padre Joãozinho, que além de teólogo e comunicador, também canta, dirá, com muita propriedade, sobre o talentoso Thiago Brado: "O brado musical de Thiago já tem lugar cativo na alma do povo, desde os mais jovens aos que acumulam três doses de juventude" (pp. 9-10). Que o perfume de Deus possa, enfim, exalar no combalido início de século XXI, por meio de suas canções e seus ensinamentos, jovens na idade e essenciais na mensagem.

 

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