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Traficante é acusado de matar motoboy no Olaria


Publicado em 31 de julho de 2012
Por Jornal Do Dia


O desempregado Roberto de Lima Dultra, 21 anos

As polícias Civil e Militar prenderam no último sábado o desempregado Roberto de Lima Dultra, 21 anos, acusado de assassinar a tiros o motoboy Wagner Alves da Silva, 30, em 10 de julho deste ano, no bairro Olaria (zona norte de Aracaju). O autor do crime foi detido em Laranjeiras (Vale do Cotinguiba) por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Grupamento Especial Tático de Motocicletas (Getam). O motivo para o crime foi o ciúme que Roberto, apontado como traficante de drogas, sentia da sua ex-companheira, que mantinha um caso com Wagner.

Depois de ser ameaçada, a vítima prestou queixa à Polícia Civil. Na véspera do crime, em 9 de julho, ocorreu uma audiência na 3ª Delegacia Metropolitana (Santos Dumont) com as presenças de Wagner, Roberto e da ex-companheira do acusado. Segundo o delegado Luiz Carlos Xavier, do DHPP, Roberto acreditava que a ex-companheira fosse reatar o relacionamento de quatro anos, mas na presença do delegado ficou comprovado que ela mantinha um caso com os dois.

Questionada sobre com quem ela queria ficar, a mesma disse que preferia o motoboy. Inconformado, Roberto saiu da audiência revoltado e disposto a se vingar. No dia 10, Wagner foi atacado quando chegava à residência da mãe e acabou sendo alvejado com um tiro na nuca. Roberto foi identificado imediatamente por populares e desde então estava foragido. Durante as investigações, policiais civis do DHPP localizaram seu esconderijo em Rosário do Catete.

Foi montada uma operação para prender Roberto em Rosário, na última sexta, dia 27, mas ele conseguiu escapar, pulando no rio. Ele estava com a sua ex-companheira, pivô do homicídio, flagrada com cerca de 500 papelotes de maconha, que também acabou presa. As buscas continuaram, com apoio de equipes do Getam, e no sábado à noite, Roberto foi finalmente capturado em Laranjeiras e conduzido a Aracaju.

O comandante do Getam, capitão Jorge Cirilo, informou que a operação foi montada de forma que o acusado não tivesse chance de reação. "No dia da prisão não conseguimos encontrar a arma do crime com Roberto", disse o oficial.

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