Márcio
Repercutiu nos principais veículos de imprensa do país o posicionamento do ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência, em relação ao anúncio, feito pelo presidente Donald Trump, de taxação, em 50%, sobre os produtos brasileiros.
Entrevista
Márcio concedeu entrevista ao programa “Noblat blá blá”, do portal Metrópoles, para comentar o tema. “É preocupante porque são coisas absurdas. É um pouco do método da extrema-direita, que tem como instrumento de trabalho o caos. Não se sabe se ele está falando a verdade. Ele fez isso com a China e depois voltou atrás”, disse Macêdo.
Contra o Brasil
Para Márcio, a taxação anunciada por Trump “não é contra o governo, é contra o Brasil”. O ministro ainda afirmou que Trump “defende um aliado político dele para atacar um país”. “Isso não é razoável”, afirmou.
Edvaldo
Do ex-prefeito Edvaldo Nogueira: “A verdade sobre a reforma da Previdência em Aracaju precisa ser dita com honestidade, respeito aos fatos e compromisso com os servidores. Assim como mais de 1.200 municípios fizeram à época, recorremos judicialmente sobre a mudança, por ser a forma mais justa de proteger os direitos de todos”.
Indignação
O deputado federal João Daniel (PT) não escondeu a indignação com a bancada do PL na Câmara que aprovou uma moção de regozijo em apoio à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar em 50% as exportações brasileiras: “Foi um gesto vergonhoso de traição aos interesses nacionais”, disparou.
Crimes
De acordo com Daniel, a tentativa dos EUA de interferir no Brasil é uma jogada política para alimentar a extrema-direita. Por fim, o deputado afirmou que, “querendo ou não, Bolsonaro vai responder pelos seus crimes, junto a todos os golpistas que atacaram a democracia”.
Fertilizantes
A Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) de Laranjeiras só deve voltar a produzir no final do ano. Após ter retomado a unidade da empresa Unigel, a Petrobras analisa propostas para a realização dos serviços de manutenção na Fafen, que está fechada desde 2023.
Demanda
A estatal acredita que, com o retorno da produção das Fafen’s de Sergipe e da Bahia pode suprir metade da demanda nacional de uréia. Tendo arrendado as duas fábricas no governo Bolsonaro, a Unigel desistiu do negócio alegando o alto preço do gás natural, principal matéria prima das Fafén’s.
LDO
Na quinta-feira (10), os vereadores aprovaram em 1ª votação a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026. O projeto precisa ser apreciado em 2ª votação, para análise das 34 emendas dos parlamentares. Isso deve ocorrer na próxima terça-feira (15), a partir das 11h.
Previsão
A LDO aponta um total de R$ 4,6 bilhões de receita orçamentária, com um superávit primário previsto de R$ 46,9 milhões. O valor da Dívida Pública Consolidada Líquida (DCL) previsto para 31 de dezembro de 2026 é de R$ 1,3 bilhão.
Investimentos
A previsão é de R$ 694,5 milhões em investimentos em 2026, com destaque para mobilidade urbana (renovação da frota de ônibus). Além disso, R$ 70,7 milhões serão destinados à execução obrigatória de emendas parlamentares individuais, o que representa pouco mais de R$ 2,7 milhões por vereador.
Protesto
Dirigentes do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) fizeram novo ato cobrando do Banco do Estado de Sergipe (Banese) respostas para as demandas dos baneseanos. Realizado na manhã desta quinta-feira (10/07), o protesto aconteceu do lado de fora do Centro Administrativo do Banese (CAB).
Tenda
O Sindicato montou uma tenda, com café da manhã, e distribuiu um panfleto descrevendo as principais reivindicações que continuam sem resposta por parte da direção do banco: ações judiciais (DSR, PCS, 7ª/8ª horas), metas abusivas, fim de agências conectadas e regulamentação para Caixa Executivo.
Banco ignora
O presidente do SEEB/SE relembrou as últimas tentativas do Sindicato no sentido de sensibilizar a direção do banco. “Há um mês o Sindicato tenta conquistar abertura de diálogo. Também reenviou ofício solicitando audiência. Entretanto, o banco continua insensível, impondo uma barreira ao debate das demandas”, afirmou Adilson Azevedo.
Violações
A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) sediará, na próxima terça-feira, dia 15, às 14h30, uma Audiência Pública para debater as violações de direitos humanos em ações policiais.
Proposta
O encontro, de iniciativa da deputada estadual Linda Brasil (Psol), reunirá movimentos sociais, familiares de vítimas, pesquisadores, organizações da sociedade civil e cidadãos preocupados com os rumos da segurança pública no estado.
Letalidade
Sergipe é, atualmente, o 4º estado brasileiro com maior número de mortes provocadas por policiais, de acordo com o Mapa da Segurança Pública 2025 (SINESP – Dados fornecidos pelos estados e Distrito Federal – Data da extração dos dados: 13/02/2025).
Mortes
Entre 2020 e 2024, foram registradas mais de 950 mortes em operações policiais. Em 2023, foram 229 mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora de serviço, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.


