A Universidade Federal de Sergipe é conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador de qualidade do Ministério da Educação. O resultado foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC).
Segundo levantamento do UOL, apenas 42 entre 2.052 instituições de ensino superior de todo o país – o que corresponde a um percentual de 2% – atingiram o conceito máximo (5) do IGC. Os dados são de 2018.
Ainda de acordo com o portal, a maior parte das universidades (63,6%) se concentra no conceito 3.
"Das 266 instituições que tiveram desempenho considerado insuficiente, apenas 10 são públicas – sendo duas estaduais e oito municipais. Nenhuma delas é federal", diz o texto do UOL.
A escala do IGC vai de 1 a 5 (1 e 2 são considerados insuficientes pelo MEC).
Além das instituições, o Ministério da Educação avaliou também os cursos oferecidos no país em 2018.
Para calcular o IGC, levam-se em consideração os dados da graduação (Conceito Preliminar de Curso – CPC) dos últimos três anos e da pós (conceito Capes) aliados às matrículas dos alunos nos respetivos níveis de ensino.
Relatório da UFS – O Radar, informativo produzido pela Coordenação de Planejamento e Avaliação Acadêmica da UFS (Copac/Proplan), traz na edição de dezembro uma análise comparativa dos resultados do CPC de 2015 e 2018.
"O presente documento retrata parte dos avanços da formação educacional da UFS, sobretudo no desempenho dos alunos no Enade. São visíveis as melhorias nos conhecimentos geral e específicos, no Conceito Preliminar de Curso e na organização didático-pedagógica", diz o relatório em sua introdução.
Os dados referem-se aos cursos que compõem os bacharelados de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e áreas afins.
"Os resultados resumidos mostram avanços importantes na qualidade do ensino da UFS. Ele não é resultado do acaso, senão do esforço de todos os envolvidos no ‘fazer conhecimento’. Docentes, alunos, técnicos, apoiados pelos coordenadores de curso, chefes de departamento, núcleos docentes estruturantes, centros e as pró-reitorias acadêmicas somaram esforços e construíram o Plano de Desenvolvimento Institucional 2016-2020, cujo objetivo era melhorar o desempenho acadêmico", conclui.


