UFS passa a contratar microempreendedores para obras e manutenção

A Universidade Federal de Sergipe (UFS), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Sergipe (SEBRAE/SE), passa a integrar a plataforma Contrata + Brasil. A iniciativa do Governo Federal tem o objetivo de conectar repartições públicas federais, municipais e estaduais a Microempreendedores Individuais (MEIs) e pequenas empresas.
Desenvolvido pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a plataforma permite que as entidades contratem MEIs diretamente, de forma flexível e moderna. O pró-reitor de Administração da UFS, Erickson de Alcântara, explica que, para a universidade, a ideia da plataforma consiste em acelerar e otimizar serviços estruturais, dialogando diretamente com os prestadores de serviço.
“Do ponto de vista de infraestrutura, através do Contrata +, inclusive com serviços que hoje não temos contratos específicos, agora podemos migrar e fazê-los a partir dessa plataforma. É uma nova perspectiva de conseguir cumprir com algumas atividades que historicamente temos muita dificuldade de atender. Então a gente vislumbra que esses mais de 100 serviços que estarão disponíveis a partir de junho, possam auxiliar no atendimento às demandas de reparo e de manutenção na universidade”, detalhou o pró-reitor.
Mesmo em fase inicial e com número limitado de serviços, a iniciativa ainda estabelece uma expectativa de agilidade nas demandas da instituição. Para o Superintendente de Infraestrutura da UFS (INFRA/UFS), professor José Anderson Valença, a principal vantagem está na possibilidade de concentrar em um único contrato a execução de serviços e os materiais necessários, a fim de agilizar significativamente os atendimentos.
“Temos feito algumas tentativas de incluir as pessoas para poder prestar o serviço, mas temos uma limitação porque é uma plataforma em que os serviços já estão lá pré-definidos. Estamos na expectativa que isso aumente substancialmente ao longo dos anos, porque ajudaria a desafogar os chamados que temos de pedidos de reparo e instalações. Muitas vezes, a demora está ligada à compra de materiais ou ferramentas. Com os MEIs, isso já vem incluído no pacote”, ressaltou o professor.

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