Batistas em Maruim, de Sandra Natividade, pesquisa o percurso transcorrido desde 1926 até os dias atuais, mostrando que foi pelo amor ao Evangelho de Cristo que uma mulher de nome Antônia Rosa desbravou na companhia de outros fiéis uma longa caminhada.
Conta-se que os novos conversos ou protestantes, como eram conhecidos, partiam do Povoado Siririzinho, localizado na região Leste de Sergipe, município de Rosário do Catete, enfrentando estrada de chão batido e duas horas de caminhada. Muitas vezes, para encurtar o trajeto, o grupo enveredava por entre os canaviais para chegar em Maruim, visando participar do culto evangélico.
Perpassada por visível resiliência, a história mostra que o tempo e as adversidades não detiveram a vontade dos evangélicos. Na época, o tripé amor, determinação e confiança impulsionou fiéis que acreditaram no Deus que pode todas as coisas, aquele que é o Senhor do tempo. Assim, homens e mulheres do passado deixaram um legado inapagável para a posteridade, no presente, outros construíram sem qualquer dúvida uma história de fé, o tempo avançou ao longo de 100 anos.
Batistas em Maruim 1926-2026: trajeto centenário – fragmentos, nasceu de uma proposta da Convenção Batista Sergipana – CBS, atualmente presidida interinamente pelo pastor Carlos Alberto Carvalho Silva que estatutariamente representa as igrejas Batistas do campo sergipano, proposta que se tornou realidade.
A obra com 217 páginas recebeu em sua estrutura física a exemplo da capa pela Criação Editora, aba do professor doutor Frank Rolim, quarta capa pr. Gilton Alves de Aquino, enquanto a estrutura interna englobou prefácios da profa. Maria Lúcia Marques Cruz e Silva e do pr. Maurílio Mendes de Farias.
Na cidade de Maruim o lançamento ocorreu dia 25 de abril do corrente ano e, em Aracaju ocorrerá nesta segunda-feira, dia 11 de maio de 2026, às 17h, tendo como local a Academia Sergipana de Letras, Rua Pacatuba, 288.


