Vidas passadas:uma história real do século XV

 

Vidas passadas:
uma história real do século XV
Jovem revolucionária, Mabelle viveu na França do século XV. Como muitas mulheres da época, foi perseguida e morta pela Inquisição, simplesmente porque tinha dons espirituais: sensibilidade, premonição e habilidades com plantas curativas.
Hoje, a história desta mulher forte é contada a partir de lembranças de uma vida passada, recuperadas pela autora Valéria Veiga em uma regressão espontânea. Por meio da personagem Juliana, ela relata com detalhes cenas desta outra vida no livro A História de Mabelle, segundo volume da série Sem Fim.
Após contar como conheceu Felipe, seu amor de vidas passadas, neste segundo volume ela vai além: descreve a própria trajetória como sensitiva, detalha os encontros espirituais com sua alma gêmea e como alcançou a regressão espontânea. Uma verdadeira viagem entre dois planos: o presente e o início – para onde todos voltam após cada passagem pela Terra.
Para a composição do livro, a escritora passou por um processo intenso de meditação e autoconhecimento, para que conseguisse conciliar emoções e canalizar as energias. "Por algum motivo me foi permitido lembrar desta minha outra vida e aprender muitas coisas que explicam essa atual em que estou vivendo. Esta foi uma das experiências mais incríveis e lindas que eu vivi", disse.
Fruto de um relacionamento condenável na época, Mabelle era filha de um comerciante comum e uma cigana. Para fugir do radar da Inquisição, a família mudou-se para um pequeno vilarejo no interior da França.
Mal vista pelas mulheres recatadas do local, a jovem tinha uma beleza rara, era solta, desinibida, mas também misteriosa. Foi isto que fez Franco, cavalheiro da guarda real, se apaixonar por ela. Alma gêmea de Mabelle – e séculos depois reencarnado em Felipe -, Franco era uma das únicas pessoas que sabia dos dons espirituais da jovem.
Tudo mudou quando Breno, um belo homem recém-chegado ao vilarejo, se aproximou dela. Ao descobrir as habilidades da protagonista, denunciou-a para a realeza, que passou a persegui-la, torturá-la e, por fim, condená-la à morte.

Jovem revolucionária, Mabelle viveu na França do século XV. Como muitas mulheres da época, foi perseguida e morta pela Inquisição, simplesmente porque tinha dons espirituais: sensibilidade, premonição e habilidades com plantas curativas.
Hoje, a história desta mulher forte é contada a partir de lembranças de uma vida passada, recuperadas pela autora Valéria Veiga em uma regressão espontânea. Por meio da personagem Juliana, ela relata com detalhes cenas desta outra vida no livro A História de Mabelle, segundo volume da série Sem Fim.
Após contar como conheceu Felipe, seu amor de vidas passadas, neste segundo volume ela vai além: descreve a própria trajetória como sensitiva, detalha os encontros espirituais com sua alma gêmea e como alcançou a regressão espontânea. Uma verdadeira viagem entre dois planos: o presente e o início – para onde todos voltam após cada passagem pela Terra.
Para a composição do livro, a escritora passou por um processo intenso de meditação e autoconhecimento, para que conseguisse conciliar emoções e canalizar as energias. "Por algum motivo me foi permitido lembrar desta minha outra vida e aprender muitas coisas que explicam essa atual em que estou vivendo. Esta foi uma das experiências mais incríveis e lindas que eu vivi", disse.
Fruto de um relacionamento condenável na época, Mabelle era filha de um comerciante comum e uma cigana. Para fugir do radar da Inquisição, a família mudou-se para um pequeno vilarejo no interior da França.
Mal vista pelas mulheres recatadas do local, a jovem tinha uma beleza rara, era solta, desinibida, mas também misteriosa. Foi isto que fez Franco, cavalheiro da guarda real, se apaixonar por ela. Alma gêmea de Mabelle – e séculos depois reencarnado em Felipe -, Franco era uma das únicas pessoas que sabia dos dons espirituais da jovem.
Tudo mudou quando Breno, um belo homem recém-chegado ao vilarejo, se aproximou dela. Ao descobrir as habilidades da protagonista, denunciou-a para a realeza, que passou a persegui-la, torturá-la e, por fim, condená-la à morte.

 

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