Suspeito de explodir caixas é preso por tráfico

Um homem suspeito de integrar quadrilhas que explodiram caixas eletrônicos em Sergipe foi preso por agentes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil: Diego Santos, que foi flagrado no último dia 3 de dezembro em Carmópolis (Vale do Cotinguiba), vendendo drogas nas ruas da cidade em um carro. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), que só divulgou ontem a notícia da prisão, Diego fez parte do grupo que foi capturado entre os dias 12 e 14 de junho deste ano, durante incursões do Cope nas cidades de Aquidabã, Propriá e Malhada dos Bois.
A SSP informou que, na semana passada, uma denúncia anônima levou os policiais até um homem que estaria vendendo entorpecentes em um veículo Fiat/Strada, no centro de Carmópolis. Assim que o automóvel foi encontrado, os policiais abordaram o condutor e durante a revista ao veículo foram apreendidas aproximadamente 100 gramas de cocaína, 100 gramas de crack e 5 gramas de maconha, além da quantia de R$ 7.629,00 em espécie. Segundo o diretor do Cope, delegado Jonathas Evangelista, o suspeito ainda tentou esconder os entorpecentes, mas acabou surpreendido pela ação rápida da polícia e não teve tempo para se desfazer do material.
Ainda segundo a polícia, os agentes logo identificaram Diego como o integrante da quadrilha que conseguiu fugir de um dos cercos feitos pelo Cope. "Na época da prisão dessa quadrilha, Diego conseguiu fugir abandonando várias armas de fogo e mais de 100 quilos de maconha. Todo esse material foi apreendido pelo COPE e os seus comparsas continuam presos em vários presídios de Sergipe", explicou Jonathas.
Ao todo, a operação da época resultou na apreensão de 85 quilos de maconha, crack, cocaína, R$ 16 mil em espécie, 10 bananas de dinamite máscaras, luvas, jaquetas, calças, coletes balísticos, um fuzil calibre 7.62, duas espingardas calibre 12, uma pistola calibre ponto-40, dois revólveres calibre 38, farta munição de diversos calibres e quatro carros de passeio. Oito pessoas foram presas e apontadas como responsáveis por 13 explosões de caixas eletrônicos ocorridas entre janeiro e junho em postos bancários de cidades de Sergipe e Alagoas.

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