A cidade de Riachuelo celebrou ontem (25), 126 anos de Emancipação Política, ou seja, mais um ano fazendo história, com arte, cultura, patrimônio e belezas naturais. A comemoração começou cedo, com o hasteamento da bandeira, cuja execução do Hino Nacional foi feita pela Orquestra de Câmara, apresentação da Banda de Percussão Dr. Augusto do Prado Franco, passeio ciclístico e roda de capoeira. Na Praça Getúlio Vargas também foi montada uma tenda com serviços de Saúde.
A programação festiva teve início neste domingo (24) com um torneio que deu início ao Campeonato Municipal de Futsal. A competição contou com a participação de equipes do município. O campeão e o vice foram premiados com troféus e medalhas.
A prefeita Cândida Leite destacou a importância da data para a preservação da história do município. "Riachuelo está comemorando nesta segunda-feira, 126 anos de emancipação política e enquanto gestora, não poderia deixar de homenagear esta terra querida e motivo de orgulho com as manifestações culturais e personagens ilustres, que levaram o nome de Riachuelo além fronteiras. Portanto, todo o povo e a cidade estão de parabéns por esta data", destacou Cândida Leite.
Breve História – De acordo com dados históricos, Riachuelo tornou-se cidade em 1890 e em 1881, era considerada um dos grandes centros açucareiros do Estado, tendo em seu território o Engenho Central.
Na atualidade, dentre as manifestações culturais destacam-se a Capoeira (trazida para o município pelo senhor Dernival Barreto Andrade), com o Grupo Irmão Unidos conquistando premiações dentro e fora do Estado; os Batalhões "Coração do Amor" fundado por Dona Aurora e Senhor Alvino, cortadores de cana da Fazenda Lira, e Batalhão "Reviver", grupo parafolclórico de iniciativa da Secretaria de Assistência Social do Município de Riachuelo, com a finalidade de fortalecer a tradição cultural da cidade; a Quadrilha Meu Sertão reorganizada em 1996 e a Banda de Percussão Dr. Augusto do Prado Franco, fundada em 2008.
Quanto aos monumentos históricos e pontos turísticos da cidade, se destacam o Centro Jacuntá de Saara e o Santuário de São Roque, fundados na década de 1960 na Rua Santa Cruz, mirante da praça Coronel Antônio Franco, busto do Almirante Barroso, Sítio do Poeta Lima (povoado Sítio do Meio – marco zero), vilas de trabalhadores e igreja no povoado central, Igreja do Penha, comunidade quilombola do povoado Bela Vista, Rio Sergipe, Igreja Matriz, entre outros.


