Estudo no Hemose traçará perfil de pacientes hematológicos

Melhorar os indicadores relativos aos pacientes portadores de doenças hematológicas. Com esse objetivo, o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) segue com o trabalho para realização do perfil epidemiológico e clínico de pacientes portadores de coagulopatias (alteração na coagulação do sangue) hereditárias como: hemofilia (tipos A e B), distúrbio de Von Willebrand.
O Hemocentro de Sergipe é a unidade referenciada pelo Ministério da Saúde (MS) para o tratamento de pacientes portadores de coagulopatias e as hemoglobinopatias (doença genética do sangue com alteração na hemoglobina), cuja denominação mais comum é Anemia Falciforme.
Realizado pelos graduandos em Biomedicina Camila Alves Santos e Alef Nascimento Menezes, da Universidade Tiradentes (Unit), o levantamento de dados iniciou com os pacientes portadores de hemofilia, entre crianças e adultos. O trabalho consiste em uma pesquisa documental, nos prontuários médicos dos atendimentos feitos no ambulatório do Hemocentro de Sergipe.
Atualmente, o Hemocentro de Sergipe possui um cadastro composto por cerca de 140 pacientes portadores de hemofilia, além de outras coagulopatias. Destes, 72 procuram a unidade regularmente para fazer consultas e acompanhamentos com os profissionais. O serviço cumpre protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, com indicações para reposição de fatores 8 e 9, destinado aos pacientes hemofílicos, dentre outras profilaxias.

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