Edvaldo: "Quero ser prefeito para ajudar as pessoas"

 

Em reunião com lideranças ligadas à deputada estadual Conceição Vieira (PT), que ocorreu no auditório do Sindicato dos Bancários de Sergipe, o candidato a prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), voltou a apontar as diferenças entre o seu projeto e o do seu adversário no 2o turno, Valadares Filho (PSB).
"Essa eleição não tem apenas projetos políticos e ideológicos diferentes, mas projetos humanitários diferentes. Eu quero ser prefeito para ajudar as pessoas, deixar as pessoas felizes, e não para ganhar votos em 2018 para o meu grupo político. O acordo deles, João Alves Filho, Edivan Amorim e Antônio Carlos Valadares, é manter tudo como está e se preparar para a eleição de governador. João Alves já tinha pensado nisso ao ser eleito prefeito e deu no que deu, essa gestão ruim", disse.
Edvaldo também lembrou a quantidade de convites que ele e sua vice Eliane Aquino (PT) receberam para compor chapas com o outro grupo político. "Mas eu nunca me guiei por objetivos com os quais eu não concordasse, mesmo com Marcelo Déda. Sempre estive com ele porque podíamos discutir abertamente e resolver nossas diferenças. Minha alma e meus princípios não estão à venda. Eliane não é minha vice por negociata", afirmou.
O candidato reafirmou que é justamente pelo tipo de política praticada por Valadares Filho (PSB) e o grupo político dele que o número de votos em branco, nulo e as abstenções foi tão grande em Aracaju. "Ele diz que é novo, mas faz como aqueles filmes japoneses: joga uma cortina de fumaça sobre as velhas raposas políticas que estão por trás da candidatura dele. Nós estamos vendo o que o pessoal dele está fazendo com o país. Temos de resistir a todo o retrocesso e avançar no nosso projeto", ressaltou.
Legado – Em sua fala, Eliane Aquino (PT) destacou outro grave defeito na campanha de Valadares Filho, ao bajular sempre o prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM). "O que a turma dele está fazendo o sergipano nunca viu. Mesmo na época em que Déda e Jaques Wagner eram governadores e amigos, nós nunca baixamos a cabeça para os baianos como Valadares fez. Aracaju não é o quintal da Bahia", disse.

Em reunião com lideranças ligadas à deputada estadual Conceição Vieira (PT), que ocorreu no auditório do Sindicato dos Bancários de Sergipe, o candidato a prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), voltou a apontar as diferenças entre o seu projeto e o do seu adversário no 2o turno, Valadares Filho (PSB).

"Essa eleição não tem apenas projetos políticos e ideológicos diferentes, mas projetos humanitários diferentes. Eu quero ser prefeito para ajudar as pessoas, deixar as pessoas felizes, e não para ganhar votos em 2018 para o meu grupo político. O acordo deles, João Alves Filho, Edivan Amorim e Antônio Carlos Valadares, é manter tudo como está e se preparar para a eleição de governador. João Alves já tinha pensado nisso ao ser eleito prefeito e deu no que deu, essa gestão ruim", disse.

Edvaldo também lembrou a quantidade de convites que ele e sua vice Eliane Aquino (PT) receberam para compor chapas com o outro grupo político. "Mas eu nunca me guiei por objetivos com os quais eu não concordasse, mesmo com Marcelo Déda. Sempre estive com ele porque podíamos discutir abertamente e resolver nossas diferenças. Minha alma e meus princípios não estão à venda. Eliane não é minha vice por negociata", afirmou.

O candidato reafirmou que é justamente pelo tipo de política praticada por Valadares Filho (PSB) e o grupo político dele que o número de votos em branco, nulo e as abstenções foi tão grande em Aracaju. "Ele diz que é novo, mas faz como aqueles filmes japoneses: joga uma cortina de fumaça sobre as velhas raposas políticas que estão por trás da candidatura dele. Nós estamos vendo o que o pessoal dele está fazendo com o país. Temos de resistir a todo o retrocesso e avançar no nosso projeto", ressaltou.

Legado – Em sua fala, Eliane Aquino (PT) destacou outro grave defeito na campanha de Valadares Filho, ao bajular sempre o prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM). "O que a turma dele está fazendo o sergipano nunca viu. Mesmo na época em que Déda e Jaques Wagner eram governadores e amigos, nós nunca baixamos a cabeça para os baianos como Valadares fez. Aracaju não é o quintal da Bahia", disse.

 

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