Protestos bloqueiam avenida no DIA

 

No final da tarde desta quarta-feira, centenas de manifestantes ligados a movimentos de esquerda bloquearam a avenida Adélia Franco, concentrando-se embaixo do Viaduto Carvalho Déda, no Distrito Industrial (zona sul de Aracaju). O protesto durou cerca de duas horas e causou um grande congestionamento nos dois sentidos da Adélia Franco e da Heráclito Rollemberg. Houve também outro bloqueio na Avenida Tancredo Neves, no Capucho (zona oeste), próximo ao Terminal Rodoviário José Rollemberg Leite.
Muitos ônibus do transporte coletivo tiveram que interromper suas viagens por causa dos bloqueios e os passageiros desceram dos coletivos para tentar seguir o caminho a pé. A SMTT e a Polícia Militar acompanharam os protestos e não registraram incidentes. Segundo a organização do protesto, a manifestação é pela redução imediata dos preços do gás e do combustível, contra a intervenção militar e pelas saídas do presidente Michel Temer e do presidente da Petrobras, Pedro Parente, além de apoio às greves dos caminhoneiros e petroleiros. O número de manifestantes não foi informado pela PM e nem pela organização.

No final da tarde desta quarta-feira, centenas de manifestantes ligados a movimentos de esquerda bloquearam a avenida Adélia Franco, concentrando-se embaixo do Viaduto Carvalho Déda, no Distrito Industrial (zona sul de Aracaju). O protesto durou cerca de duas horas e causou um grande congestionamento nos dois sentidos da Adélia Franco e da Heráclito Rollemberg. Houve também outro bloqueio na Avenida Tancredo Neves, no Capucho (zona oeste), próximo ao Terminal Rodoviário José Rollemberg Leite.
Muitos ônibus do transporte coletivo tiveram que interromper suas viagens por causa dos bloqueios e os passageiros desceram dos coletivos para tentar seguir o caminho a pé. A SMTT e a Polícia Militar acompanharam os protestos e não registraram incidentes. Segundo a organização do protesto, a manifestação é pela redução imediata dos preços do gás e do combustível, contra a intervenção militar e pelas saídas do presidente Michel Temer e do presidente da Petrobras, Pedro Parente, além de apoio às greves dos caminhoneiros e petroleiros. O número de manifestantes não foi informado pela PM e nem pela organização.

 

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