Milton Alves Júnior
Unidos na luta por re
ajuste salarial ade
quado e melhores condições de trabalho, profissionais de onze categorias as quais prestam serviços para a Prefeitura de Aracaju decidiram paralisar as atividades por 48 horas. O ato unificado está marcado para ocorrer nos próximos dias 30 e 31 de julho. Serviços considerados essenciais, a exemplo da Guarda Municipal e das unidades de pronto atendimento da família, respeitarão o que determina a Constituição Federal, e garantem manter 30% dos serviços. A PMA pede paciência aos servidores e exalta estar realizando um ‘enorme esforço’ para atender a demanda dos trabalhadores.
Se mostrando insatisfeito com a postura administrativa, Adelmo Menezes, presidente do Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (SINDIPEMA), lamenta que as promessas alusivas ao atendimento dos pleitos permaneçam apenas no campo abstrato. Segundo o sindicalista, a administração municipal chegou a criar uma Comissão de Negociação para receber representantes das categorias, mas até os minutos os quais antecederam a assembleia geral, nenhuma audiência foi promovida. Sem reajuste e qualificação imediata dos espaços funcionais, os servidores seguem intensificando as ações.
"Buscamos dialogar com bastante antecedência justamente para que não chegássemos a este ponto. Infelizmente alcançamos o ponto alto da paciência e tenham certeza que se a paralisação de onze categorias foi aprovada em assembleia geral, é porque milhares de trabalhadores estão insatisfeitos com a administração que aí se encontra. A comissão não nos recebem para discutir os anseios dos servidores, tampouco o prefeito Edvaldo Nogueira", criticou. O primeiro ato no dia 30 está previsto para ocorrer a partir das 7h30, na Praça General Valadão, centro da cidade.
Adesão – As categorias que oficializaram participar do ato unificado são: Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE), Sindicato dos Psicólogos do Estado de Sergipe (SINPSI) , Sindicato de Nutricionistas e Técnicos de Nutrição do Estado de Sergipe (SINDINUTRISE), Sindicato dos trabalhadores Fisioterapeutas de Aracaju (SINTRAFA), Sindicato dos Farmacêuticos de Sergipe (SINDIFARMA), Sindicato dos Agentes Comunitários e de Combate as Endemias de Aracaju (SACEMA), Sindicato dos Servidores do Detran de Sergipe (SINDATRAN), e Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (SINDIPEMA).
Completam o grupo dos profissionais à favor da paralisação os profissionais ligados ao Sindicato dos Guardas Municipais de Aracaju (SIGMA), Sindicato dos educadores Sociais (SINTS/SE), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Federação dos Servidores Público Municipais do Estado de Sergipe (FETAM).
Por meio de nota, a Prefeitura de Aracaju alega que durante a atual gestão, 30% dos servidores de diversas áreas já foram beneficiados diretamente com gratificações por Titulação, Avanço de Letra e Abono de Permanência. Destacou também que não deixará de lado o planejamento estratégico e as imposições legais, já que a gestão recebeu a cidade em situação caótica, com salários atrasados, direitos negados e falta de investimento na estrutura municipal. Por fim, a PMA ressaltou que as medidas já adotadas são, inclusive, referência para diversos administradores e alcançam reconhecimento nacional, sendo considerada a 1ª capital do Nordeste e a 3ª no país que mais reduziu despesas pela mídia nacional.
Unidos na luta por re ajuste salarial ade quado e melhores condições de trabalho, profissionais de onze categorias as quais prestam serviços para a Prefeitura de Aracaju decidiram paralisar as atividades por 48 horas. O ato unificado está marcado para ocorrer nos próximos dias 30 e 31 de julho. Serviços considerados essenciais, a exemplo da Guarda Municipal e das unidades de pronto atendimento da família, respeitarão o que determina a Constituição Federal, e garantem manter 30% dos serviços. A PMA pede paciência aos servidores e exalta estar realizando um ‘enorme esforço’ para atender a demanda dos trabalhadores.
Se mostrando insatisfeito com a postura administrativa, Adelmo Menezes, presidente do Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (SINDIPEMA), lamenta que as promessas alusivas ao atendimento dos pleitos permaneçam apenas no campo abstrato. Segundo o sindicalista, a administração municipal chegou a criar uma Comissão de Negociação para receber representantes das categorias, mas até os minutos os quais antecederam a assembleia geral, nenhuma audiência foi promovida. Sem reajuste e qualificação imediata dos espaços funcionais, os servidores seguem intensificando as ações.
"Buscamos dialogar com bastante antecedência justamente para que não chegássemos a este ponto. Infelizmente alcançamos o ponto alto da paciência e tenham certeza que se a paralisação de onze categorias foi aprovada em assembleia geral, é porque milhares de trabalhadores estão insatisfeitos com a administração que aí se encontra. A comissão não nos recebem para discutir os anseios dos servidores, tampouco o prefeito Edvaldo Nogueira", criticou. O primeiro ato no dia 30 está previsto para ocorrer a partir das 7h30, na Praça General Valadão, centro da cidade.
Adesão – As categorias que oficializaram participar do ato unificado são: Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE), Sindicato dos Psicólogos do Estado de Sergipe (SINPSI) , Sindicato de Nutricionistas e Técnicos de Nutrição do Estado de Sergipe (SINDINUTRISE), Sindicato dos trabalhadores Fisioterapeutas de Aracaju (SINTRAFA), Sindicato dos Farmacêuticos de Sergipe (SINDIFARMA), Sindicato dos Agentes Comunitários e de Combate as Endemias de Aracaju (SACEMA), Sindicato dos Servidores do Detran de Sergipe (SINDATRAN), e Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (SINDIPEMA).
Completam o grupo dos profissionais à favor da paralisação os profissionais ligados ao Sindicato dos Guardas Municipais de Aracaju (SIGMA), Sindicato dos educadores Sociais (SINTS/SE), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Federação dos Servidores Público Municipais do Estado de Sergipe (FETAM).
Por meio de nota, a Prefeitura de Aracaju alega que durante a atual gestão, 30% dos servidores de diversas áreas já foram beneficiados diretamente com gratificações por Titulação, Avanço de Letra e Abono de Permanência. Destacou também que não deixará de lado o planejamento estratégico e as imposições legais, já que a gestão recebeu a cidade em situação caótica, com salários atrasados, direitos negados e falta de investimento na estrutura municipal. Por fim, a PMA ressaltou que as medidas já adotadas são, inclusive, referência para diversos administradores e alcançam reconhecimento nacional, sendo considerada a 1ª capital do Nordeste e a 3ª no país que mais reduziu despesas pela mídia nacional.