52 jabutis são entregues voluntariamente à Adema

 

A equipe de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recolheu ontem 52 jabutis que foram entregues voluntariamente por moradores da capital e região metropolitana. Os quelônios tinham entre quatro meses e mais de 40 anos de vida. A ação, comandada pela bióloga Aline Borba e pela veterinária Fádua Souza, ocorreu em diversos bairros de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão, sendo resultado da conscientização de diversas pessoas que possuíam os animais sem registro. 
Em uma das residências, as técnicas recolheram 34 exemplares, incluindo filhotes e adultos. Em outra, a equipe recebeu um animal que estava há mais de quatro décadas vivendo com o morador.  "Durante conversa com os moradores, fomos informados que a maioria desses animais tinha sido entregue há muito tempo e, devido a essa vivência, acabaram se desenvolvendo e reproduzindo nas casas mesmo, por isso o grande número de filhotes", explica Borba.
Os técnicos destacaram que, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os jabutis são considerados espécies ameaçadas. Ao todo, foram recolhidos 51 jabutis-vermelho (Chelonoidis carbonaria) e um  Jabuti-açu (Chelonoidis denticulatus). Este último não é endêmico de Sergipe. "Todos os animais acolhidos estavam bem cuidados e não apresentaram problemas de saúde ou motor. Um dos animais deverá ser encaminhado a uma área de reserva em outro estado, por ser de uma espécie que não ocorre em solo sergipano", acrescentou a veterinária.

A equipe de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recolheu ontem 52 jabutis que foram entregues voluntariamente por moradores da capital e região metropolitana. Os quelônios tinham entre quatro meses e mais de 40 anos de vida. A ação, comandada pela bióloga Aline Borba e pela veterinária Fádua Souza, ocorreu em diversos bairros de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão, sendo resultado da conscientização de diversas pessoas que possuíam os animais sem registro. 
Em uma das residências, as técnicas recolheram 34 exemplares, incluindo filhotes e adultos. Em outra, a equipe recebeu um animal que estava há mais de quatro décadas vivendo com o morador.  "Durante conversa com os moradores, fomos informados que a maioria desses animais tinha sido entregue há muito tempo e, devido a essa vivência, acabaram se desenvolvendo e reproduzindo nas casas mesmo, por isso o grande número de filhotes", explica Borba.
Os técnicos destacaram que, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os jabutis são considerados espécies ameaçadas. Ao todo, foram recolhidos 51 jabutis-vermelho (Chelonoidis carbonaria) e um  Jabuti-açu (Chelonoidis denticulatus). Este último não é endêmico de Sergipe. "Todos os animais acolhidos estavam bem cuidados e não apresentaram problemas de saúde ou motor. Um dos animais deverá ser encaminhado a uma área de reserva em outro estado, por ser de uma espécie que não ocorre em solo sergipano", acrescentou a veterinária.

 

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