Policial acusado de matar pedinte em posto já está preso

 

O Ministério Público Estadual (MPSE) confirmou ontem a prisão preventiva do policial militar Bruno Lima Nogueira, acusado pela morte de um pedinte identificado como ‘Alex’, que foi baleado em 13 de dezembro de 2017, na porta de uma loja de conveniência da Avenida Beira-Mar, no bairro 13 de Julho (zona sul da capital). Bruno teve a prisão preventiva decretada no último dia 6 pelo juízo da 8ª Vara Criminal de Aracaju. O soldado foi detido na última sexta-feira e encaminhado a um presídio não confirmado. 
De acordo com o MP, Bruno estava armado com uma pistola calibre ponto 40 e atirou contra o pedinte depois de discutir com ele na porta da loja de conveniência. Na decisão, a magistrada registrou que o crime atribuído ao denunciado é a de homicídio qualificado, crime doloso, punível com pena superior a quatro anos de prisão. "Vale ressaltar que o policial "recém-formado", apesar de ter sido reprovado no exame psicológico da Polícia Militar, consegui ingressar no quadro da Polícia, através de uma liminar deferida pelo Justiça sergipana. "verifico que a prisão cautelar do representado se faz necessária para garantir a ordem pública, em razão da gravidade do crime praticado, de forma violenta e aparentemente gratuita, com inegável abuso de autoridade", pontuou a juíza na decisão.
Segundo o MP, o pedido de prisão preventiva foi apresentado para, "além de garantir a ordem pública, por conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal". A medida deve valer até o fim da tramitação do processo, que pode ser levado ainda a júri popular.

O Ministério Público Estadual (MPSE) confirmou ontem a prisão preventiva do policial militar Bruno Lima Nogueira, acusado pela morte de um pedinte identificado como ‘Alex’, que foi baleado em 13 de dezembro de 2017, na porta de uma loja de conveniência da Avenida Beira-Mar, no bairro 13 de Julho (zona sul da capital). Bruno teve a prisão preventiva decretada no último dia 6 pelo juízo da 8ª Vara Criminal de Aracaju. O soldado foi detido na última sexta-feira e encaminhado a um presídio não confirmado. 
De acordo com o MP, Bruno estava armado com uma pistola calibre ponto 40 e atirou contra o pedinte depois de discutir com ele na porta da loja de conveniência. Na decisão, a magistrada registrou que o crime atribuído ao denunciado é a de homicídio qualificado, crime doloso, punível com pena superior a quatro anos de prisão. "Vale ressaltar que o policial "recém-formado", apesar de ter sido reprovado no exame psicológico da Polícia Militar, consegui ingressar no quadro da Polícia, através de uma liminar deferida pelo Justiça sergipana. "verifico que a prisão cautelar do representado se faz necessária para garantir a ordem pública, em razão da gravidade do crime praticado, de forma violenta e aparentemente gratuita, com inegável abuso de autoridade", pontuou a juíza na decisão.
Segundo o MP, o pedido de prisão preventiva foi apresentado para, "além de garantir a ordem pública, por conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal". A medida deve valer até o fim da tramitação do processo, que pode ser levado ainda a júri popular.

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