Milton Alves Júnior
Centenas de trabalhado
res que prestam servi
ços terceirizados para a construção da Usina Termoelétrica em processo de construção no município da Barra dos Coqueiros, região metropolitana de Aracaju, seguem se mobilizando contra possível quebra de acordo coletivo firmado entre operários e o setor empresarial. A greve que se estende há mais de dez dias vida pressionar os gestores das Centrais Elétricas de Sergipe (CELSE) contra a perspectiva de demissão de 100 trabalhadores, baixa condição de trabalho e falta de qualidade nutricional dos alimentos fornecidos.
Conforme o JORNAL DO DIA vem destacando desde o início da mobilização, os grevistas rejeitam todo e qualquer apoio que venha por parte daqueles que compõem a direção do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção e Prestação de Serviços (Sindimont). Segundo Júlio César, porta-voz da classe trabalhadora: "Este sindicato não nos representa. Há tempos nos queixamos desses problemas, mas infelizmente o sindicato não vinha atendendo aos nossos apelos. Continuamos aguardando ser recebidos por dirigentes da Celse e General Electric (Grupo GE)".
Na lista de reivindicações os operários denunciam ainda ausência de plano de saúde, jornadas exaustivas e falta de assistência. Sobre essas queixas, a GE afirmou parte dos serviços de montagem da termoelétrica foi paralisada, que compreende os serviços sob a responsabilidade da empresa subcontratada Enesa Engenharia, com efetivo de cerca de 570 empregados. O grupo esclareceu ainda que o encerramento dos contratos citados pelos manifestantes é previsto, pois se trata de posições temporárias para instalação do projeto. No que se refere aos diálogos, os empresários informaram que os benefícios são discutidos e negociados com a representação legal dos empregados da Enesa, o Sindimont.
Confira a íntegra da nota oficial encaminhado pelo grupo empresarial:
"A GE esclarece que, nesta segunda-feira (20 de agosto), houve paralisação das obras de construção da termelétrica liderada por manifestantes da subcontratada Enesa Engenharia. O bloqueio ao acesso principal da termoelétrica impediu a entrada dos empregados das demais subcontratadas que trabalham na obra e que não aderiram à paralisação. O encerramento dos contratos citados pelos manifestantes é previsto desde o início da contratação, por tratarem-se de posições para instalação do projeto e, portanto, só se viabilizam nesta fase. Deste modo, a desmobilização corresponde às atividades encerradas na fase de montagem e não há distinção em relação à origem dos empregados.
As negociações sobre benefícios e demais acordos são feitas diretamente com o SINDMONT, sindicato indicado pelo Ministério Público do Trabalho e Emprego de Sergipe para representar os trabalhadores de montagem, portanto o representante legal dos empregados. Quanto aos benefícios pleiteados pelos manifestantes, foi negociada a concessão de plano de saúde para os funcionários, que terá vigência a partir de 1º de setembro de 2018, enquanto a Participação nos Lucros e Resultados encontra-se em fase final de negociação com o sindicato da categoria. Por fim, informamos que hoje foi realizado o pagamento do adiantamento salarial aos empregados da Enesa Engenharia, apesar da paralisação ter sido iniciada em 10 de agosto."
Centenas de trabalhado res que prestam servi ços terceirizados para a construção da Usina Termoelétrica em processo de construção no município da Barra dos Coqueiros, região metropolitana de Aracaju, seguem se mobilizando contra possível quebra de acordo coletivo firmado entre operários e o setor empresarial. A greve que se estende há mais de dez dias vida pressionar os gestores das Centrais Elétricas de Sergipe (CELSE) contra a perspectiva de demissão de 100 trabalhadores, baixa condição de trabalho e falta de qualidade nutricional dos alimentos fornecidos.
Conforme o JORNAL DO DIA vem destacando desde o início da mobilização, os grevistas rejeitam todo e qualquer apoio que venha por parte daqueles que compõem a direção do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção e Prestação de Serviços (Sindimont). Segundo Júlio César, porta-voz da classe trabalhadora: "Este sindicato não nos representa. Há tempos nos queixamos desses problemas, mas infelizmente o sindicato não vinha atendendo aos nossos apelos. Continuamos aguardando ser recebidos por dirigentes da Celse e General Electric (Grupo GE)".
Na lista de reivindicações os operários denunciam ainda ausência de plano de saúde, jornadas exaustivas e falta de assistência. Sobre essas queixas, a GE afirmou parte dos serviços de montagem da termoelétrica foi paralisada, que compreende os serviços sob a responsabilidade da empresa subcontratada Enesa Engenharia, com efetivo de cerca de 570 empregados. O grupo esclareceu ainda que o encerramento dos contratos citados pelos manifestantes é previsto, pois se trata de posições temporárias para instalação do projeto. No que se refere aos diálogos, os empresários informaram que os benefícios são discutidos e negociados com a representação legal dos empregados da Enesa, o Sindimont.
Confira a íntegra da nota oficial encaminhado pelo grupo empresarial:
"A GE esclarece que, nesta segunda-feira (20 de agosto), houve paralisação das obras de construção da termelétrica liderada por manifestantes da subcontratada Enesa Engenharia. O bloqueio ao acesso principal da termoelétrica impediu a entrada dos empregados das demais subcontratadas que trabalham na obra e que não aderiram à paralisação. O encerramento dos contratos citados pelos manifestantes é previsto desde o início da contratação, por tratarem-se de posições para instalação do projeto e, portanto, só se viabilizam nesta fase. Deste modo, a desmobilização corresponde às atividades encerradas na fase de montagem e não há distinção em relação à origem dos empregados.
As negociações sobre benefícios e demais acordos são feitas diretamente com o SINDMONT, sindicato indicado pelo Ministério Público do Trabalho e Emprego de Sergipe para representar os trabalhadores de montagem, portanto o representante legal dos empregados. Quanto aos benefícios pleiteados pelos manifestantes, foi negociada a concessão de plano de saúde para os funcionários, que terá vigência a partir de 1º de setembro de 2018, enquanto a Participação nos Lucros e Resultados encontra-se em fase final de negociação com o sindicato da categoria. Por fim, informamos que hoje foi realizado o pagamento do adiantamento salarial aos empregados da Enesa Engenharia, apesar da paralisação ter sido iniciada em 10 de agosto."