Protesto denuncia direção da Emdagro de tentar "falir" o Plano de Saúde dos servidores

 

Centenas de servidores da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (EMDAGRO) protestaram, na manhã desta segunda-feira (2), contra a postura da presidência da Emdagro em não realizar o repasse financeiro da empresa ao Plano de Saúde da categoria. Gerido pela Associação dos Servidores da Emdagro (Assem), a Emdagro deixou unilateralmente de garantir um total de 30 parcelas mensais ao plano, uma dívida acumulada em R$ 2.352.816 ,00 segundo informações do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Sergipe (Sinter-SE), Paulo Alves Filho.
Além dos servidores, o ato contou com a presença de lideranças sindicais de outras categorias filiadas a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB/SE). Segundo o sindicalista, o protesto foi deliberado em assembleia geral dos servidores. Realizado na sede da empresa, no Bairro Capucho, em Aracaju, os funcionário retardaram a abertura do expediente.  "Desde 2018, para evitar a falência dessa assistência, os próprios servidores assumiram financeiramente a contrapartida da Emdagro. Como o ônus ficou pesado, o número de beneficiários vem caindo. De janeiro de 2018 a janeiro deste ano, saíram cerca de 200 beneficiários. Uma situação que vai aos poucos levando o plano à falência", afirma Paulo Alves.  
Fundada em 1960 e vinculada à Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário e da Pesca, a empresa tem aproximadamente 600 funcionários que fazem a assistência técnica e extensão rural entre a pequena família de agricultores e ao agronegócio. "Os funcionários e familiares estão vivendo uma situação de muita dificuldade para arcar com a assistência à saúde e por isso estamos denunciar à sociedade a resistência da presidência da Emdagro em não atender nem mesmo a decisão da Justiça, que o obrigou a fazer o pagamento devido das quotas à Associação dos Servidores da Emdagro (Assem), que gerencia o plano", afirma Paulo Santos. 

Centenas de servidores da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (EMDAGRO) protestaram, na manhã desta segunda-feira (2), contra a postura da presidência da Emdagro em não realizar o repasse financeiro da empresa ao Plano de Saúde da categoria. Gerido pela Associação dos Servidores da Emdagro (Assem), a Emdagro deixou unilateralmente de garantir um total de 30 parcelas mensais ao plano, uma dívida acumulada em R$ 2.352.816 ,00 segundo informações do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Sergipe (Sinter-SE), Paulo Alves Filho.
Além dos servidores, o ato contou com a presença de lideranças sindicais de outras categorias filiadas a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB/SE). Segundo o sindicalista, o protesto foi deliberado em assembleia geral dos servidores. Realizado na sede da empresa, no Bairro Capucho, em Aracaju, os funcionário retardaram a abertura do expediente.  "Desde 2018, para evitar a falência dessa assistência, os próprios servidores assumiram financeiramente a contrapartida da Emdagro. Como o ônus ficou pesado, o número de beneficiários vem caindo. De janeiro de 2018 a janeiro deste ano, saíram cerca de 200 beneficiários. Uma situação que vai aos poucos levando o plano à falência", afirma Paulo Alves.  
Fundada em 1960 e vinculada à Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário e da Pesca, a empresa tem aproximadamente 600 funcionários que fazem a assistência técnica e extensão rural entre a pequena família de agricultores e ao agronegócio. "Os funcionários e familiares estão vivendo uma situação de muita dificuldade para arcar com a assistência à saúde e por isso estamos denunciar à sociedade a resistência da presidência da Emdagro em não atender nem mesmo a decisão da Justiça, que o obrigou a fazer o pagamento devido das quotas à Associação dos Servidores da Emdagro (Assem), que gerencia o plano", afirma Paulo Santos. 

 

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