Ocupação de leitos pode definir reabertura

 

Durante a coletiva de imprensa sobre o anúncio da criação do Comitê de Gestor de Retomada Econômica (Cogere), o governador Belivaldo Chagas indicou que o ritmo dessa reabertura gradual das atividades do comércio será ditado pela ocupação das UTIs destinadas a pacientes com coronavírus em estado grave. Uma reunião marcada para hoje com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, de hospitais e de especialistas da área médica, deve definir possíveis faixas ou estágios de ocupação das UTIs, com metas de segurança que definam margens para um maior atendimento da demanda, a depender do comportamento dos casos da doença em cada uma das cidades sergipanas. 
A principal preocupação do governo é de que as unidades voltem a ficar lotadas mesmo com a criação dos 93 novos leitos. No momento, o Estado conta com 183 leitos de terapia intensiva para os casos graves de infecção pelo coronavírus, já contando com as 36 novas vagas abertas neste final de semana. Desse total, 149 estavam ocupados, perfazendo uma taxa de ocupação de 81%, mas alguns hospitais estão com seus setores praticamente lotados. 
Na rede privada, a taxa de ocupação dos leitos está em 106,4%, porque os hospitais São Lucas e Renascença ocuparam todos os seus leitos e alocaram pacientes graves em seus leitos de contingência. Só no São Lucas, que tem 26 Vagas de UTI, 38 pacientes com Covid-19 estão internados, o que coloca sai taxa de ocupação em 145%. Já na rede pública, cuja ocupação está em 62,9%, a situação mais sensível é a do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju, e também do Hospital Regional de Estância. Em ambos, a ocupação dos leitos já supera 90% da capacidade instalada. 
O governador disse que a Secretaria da Saúde vai acompanhar mais de perto a ocupação destes leitos e definir metas de 50, 60 e 70%, para monitorar a situação dos hospitais e definir outras medidas de contenção do coronavírus. Ele disse que os hospitais privados precisam oferecer vagas novas e admitiu a possibilidade de que a rede pública atenda aos pacientes da rede particular. "Não diferencio paciente de rede pública com o de rede privada. Trato como um sistema universal, pois se um cidadão não encontra um leito na rede privada, mesmo que ele tenha condições de ter um bom plano de saúde, claro que ele será atendido na rede pública, porque ele vai precisar e não pode morrer por falta de vaga. Mas é preciso que a rede privada amplie também os seus leitos", alertou.

Durante a coletiva de imprensa sobre o anúncio da criação do Comitê de Gestor de Retomada Econômica (Cogere), o governador Belivaldo Chagas indicou que o ritmo dessa reabertura gradual das atividades do comércio será ditado pela ocupação das UTIs destinadas a pacientes com coronavírus em estado grave. Uma reunião marcada para hoje com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, de hospitais e de especialistas da área médica, deve definir possíveis faixas ou estágios de ocupação das UTIs, com metas de segurança que definam margens para um maior atendimento da demanda, a depender do comportamento dos casos da doença em cada uma das cidades sergipanas. 
A principal preocupação do governo é de que as unidades voltem a ficar lotadas mesmo com a criação dos 93 novos leitos. No momento, o Estado conta com 183 leitos de terapia intensiva para os casos graves de infecção pelo coronavírus, já contando com as 36 novas vagas abertas neste final de semana. Desse total, 149 estavam ocupados, perfazendo uma taxa de ocupação de 81%, mas alguns hospitais estão com seus setores praticamente lotados. 
Na rede privada, a taxa de ocupação dos leitos está em 106,4%, porque os hospitais São Lucas e Renascença ocuparam todos os seus leitos e alocaram pacientes graves em seus leitos de contingência. Só no São Lucas, que tem 26 Vagas de UTI, 38 pacientes com Covid-19 estão internados, o que coloca sai taxa de ocupação em 145%. Já na rede pública, cuja ocupação está em 62,9%, a situação mais sensível é a do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju, e também do Hospital Regional de Estância. Em ambos, a ocupação dos leitos já supera 90% da capacidade instalada. 
O governador disse que a Secretaria da Saúde vai acompanhar mais de perto a ocupação destes leitos e definir metas de 50, 60 e 70%, para monitorar a situação dos hospitais e definir outras medidas de contenção do coronavírus. Ele disse que os hospitais privados precisam oferecer vagas novas e admitiu a possibilidade de que a rede pública atenda aos pacientes da rede particular. "Não diferencio paciente de rede pública com o de rede privada. Trato como um sistema universal, pois se um cidadão não encontra um leito na rede privada, mesmo que ele tenha condições de ter um bom plano de saúde, claro que ele será atendido na rede pública, porque ele vai precisar e não pode morrer por falta de vaga. Mas é preciso que a rede privada amplie também os seus leitos", alertou.

 

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