Operação da SSP termina com 16 presos no Agreste

 

As polícias Civil e Militar 
declararam na manhã 
desta sexta-feira, em seis cidades do interior, a Operação Cavaleiros das Trevas, que investigou uma quadrilha especializada no tráfico de drogas, em assaltos à mão armada, roubos e receptação de motocicletas. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 16 pessoas envolvidas com os crimes da quadrilha foram presas e outras duas morreram após provocarem confrontos com os policiais. Mais de 50 agentes e soldados foram mobiliados para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, nas cidades de Itabaiana, Campo do Brito, São Domingos, Areia Branca, Maruim e Itaporanga D’Ajuda.
A investigação foi iniciada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc), que a princípio apurava a atuação de traficantes na região, mas descobriu que o grupo agia fortemente nos roubos e furtos de motos, a ponto de ter ligação com cerca de um terço dos crimes do tipo em todo o Estado. Alguns dos suspeitos investigados pelo Denarc também já eram investigados pelas delegacias de Frei Paulo e Regional de Itabaiana, o que levou as três unidades a unificarem os inquéritos em um único. 
Ao todo, os policiais identificaram 18 suspeitos de envolvimento com a quadrilha. Uma delas é o homem apontado como líder da organização: José Verônico, o "Coringa".  O apelido se referem ao vilão do filme "Batman, o Cavaleiro das Trevas", o que inspirou o nome da Operação. Além disso, os investigados usavam o termo "cavalo" para identificar motos roubadas ou furtadas. Apurou -se ainda que alguns integrantes da quadrilha não agiam diretamente nos furtos e assaltos, mas conseguiam vender as motos.
"As investigações apontam que motocicletas subtraídas pela manhã já eram negociadas em outro estado à tarde, inclusive com placas e documentos falsos de leilão, demonstrando as suspeitas de uma gigantesca estrutura voltada ao crime. A utilização de documentos falsos incide no crime de lavagem de dinheiro, usando notas falsas de leilão, com dois membros do grupo sendo suspeitos de terem essa função", diz a SSP, em nota. 
Os presos devem ser indiciados por crimes como roubo, furto, tráfico de drogas e formação de organização criminosa. 

As polícias Civil e Militar  declararam na manhã  desta sexta-feira, em seis cidades do interior, a Operação Cavaleiros das Trevas, que investigou uma quadrilha especializada no tráfico de drogas, em assaltos à mão armada, roubos e receptação de motocicletas. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 16 pessoas envolvidas com os crimes da quadrilha foram presas e outras duas morreram após provocarem confrontos com os policiais. Mais de 50 agentes e soldados foram mobiliados para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, nas cidades de Itabaiana, Campo do Brito, São Domingos, Areia Branca, Maruim e Itaporanga D’Ajuda.
A investigação foi iniciada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc), que a princípio apurava a atuação de traficantes na região, mas descobriu que o grupo agia fortemente nos roubos e furtos de motos, a ponto de ter ligação com cerca de um terço dos crimes do tipo em todo o Estado. Alguns dos suspeitos investigados pelo Denarc também já eram investigados pelas delegacias de Frei Paulo e Regional de Itabaiana, o que levou as três unidades a unificarem os inquéritos em um único. 
Ao todo, os policiais identificaram 18 suspeitos de envolvimento com a quadrilha. Uma delas é o homem apontado como líder da organização: José Verônico, o "Coringa".  O apelido se referem ao vilão do filme "Batman, o Cavaleiro das Trevas", o que inspirou o nome da Operação. Além disso, os investigados usavam o termo "cavalo" para identificar motos roubadas ou furtadas. Apurou -se ainda que alguns integrantes da quadrilha não agiam diretamente nos furtos e assaltos, mas conseguiam vender as motos.
"As investigações apontam que motocicletas subtraídas pela manhã já eram negociadas em outro estado à tarde, inclusive com placas e documentos falsos de leilão, demonstrando as suspeitas de uma gigantesca estrutura voltada ao crime. A utilização de documentos falsos incide no crime de lavagem de dinheiro, usando notas falsas de leilão, com dois membros do grupo sendo suspeitos de terem essa função", diz a SSP, em nota. 
Os presos devem ser indiciados por crimes como roubo, furto, tráfico de drogas e formação de organização criminosa. 

 

Compartilhe esta notícia