Envolvidos no ataque ao delegado Marcelo Hercos são indiciados

 

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) enviou à Justiça o inquérito policial que apura os crimes de estelionato, associação criminosa e tentativa de homicídio contra o delegado Marcelo Hercos, no último dia 21 de setembro. O delegado foi atingido com três tiros em um posto de combustível na Zona de Expansão de Aracaju. Um dos indiciados, Wellington de Carvalho Bispo, está preso em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (BA), e foi apontado como o autor dos tiros. Os outros três, Cristian Magno dos Santos Cruz, Manuel dos Santos Farias Neto e Daniel dos Santos estão detidos em penitenciárias da Grande Aracaju. 
De acordo com o delegado Hilton Duarte, os suspeitos já estavam no estado praticando o estelionato. "Apuramos que eles chegaram no dia 21 de setembro já com o intuito de cometer o repasse das notas falsas. Eles conseguiram repassar essas notas em três estabelecimentos comerciais. Após a divulgação do caso, chegaram as imagens de Wellington cometendo o mesmo crime em agosto", acrescentou o delegado.
Hilton Duarte também informou que os suspeitos estavam voltando para a capital baiana. "Eles já estavam voltando para Salvador quando resolveram abastecer no posto e foram comprar na loja de conveniência, onde tentaram repassar uma nota falsa. Foi quando o delegado percebeu a atitude e resolveu abordar os investigados", detalhou.
O delegado também revelou que o autor dos disparos não acatou a ordem policial. "Daniel obedeceu à abordagem, mas Welington desde o início não obedeceu. O delegado na tentativa de desligar o veículo, Wellington deu ré, atropelou Marcelo e conseguiu tomar a arma. O último disparo foi feito quando o delegado já estava no chão, sem reação. Wellington atira de forma fria", destacou.
Manuel e Daniel foram presos em flagrante no dia seguinte. Eles foram indiciados por associação criminosa e estelionato, assim como Christian, que se apresentou dois dias depois e foi recambiado para Sergipe. Wellinton já respondia a uma pena na Bahia e por isso continua preso lá, mas Sergipe já solicitou o recambiamento. Wellington, além desses crimes, foi indiciado pela tentativa de homicídio e por um furto, identificado em uma loja, no mês de agosto.

O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) enviou à Justiça o inquérito policial que apura os crimes de estelionato, associação criminosa e tentativa de homicídio contra o delegado Marcelo Hercos, no último dia 21 de setembro. O delegado foi atingido com três tiros em um posto de combustível na Zona de Expansão de Aracaju. Um dos indiciados, Wellington de Carvalho Bispo, está preso em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (BA), e foi apontado como o autor dos tiros. Os outros três, Cristian Magno dos Santos Cruz, Manuel dos Santos Farias Neto e Daniel dos Santos estão detidos em penitenciárias da Grande Aracaju. 
De acordo com o delegado Hilton Duarte, os suspeitos já estavam no estado praticando o estelionato. "Apuramos que eles chegaram no dia 21 de setembro já com o intuito de cometer o repasse das notas falsas. Eles conseguiram repassar essas notas em três estabelecimentos comerciais. Após a divulgação do caso, chegaram as imagens de Wellington cometendo o mesmo crime em agosto", acrescentou o delegado.
Hilton Duarte também informou que os suspeitos estavam voltando para a capital baiana. "Eles já estavam voltando para Salvador quando resolveram abastecer no posto e foram comprar na loja de conveniência, onde tentaram repassar uma nota falsa. Foi quando o delegado percebeu a atitude e resolveu abordar os investigados", detalhou.
O delegado também revelou que o autor dos disparos não acatou a ordem policial. "Daniel obedeceu à abordagem, mas Welington desde o início não obedeceu. O delegado na tentativa de desligar o veículo, Wellington deu ré, atropelou Marcelo e conseguiu tomar a arma. O último disparo foi feito quando o delegado já estava no chão, sem reação. Wellington atira de forma fria", destacou.
Manuel e Daniel foram presos em flagrante no dia seguinte. Eles foram indiciados por associação criminosa e estelionato, assim como Christian, que se apresentou dois dias depois e foi recambiado para Sergipe. Wellinton já respondia a uma pena na Bahia e por isso continua preso lá, mas Sergipe já solicitou o recambiamento. Wellington, além desses crimes, foi indiciado pela tentativa de homicídio e por um furto, identificado em uma loja, no mês de agosto.

 

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