Polícias apreenderam duas toneladas de drogas só em setembro

 

O mês de setembro já 
está marcado por uma 
sequência de grandes apreensões de drogas feitas pelas polícias Civil e Militar em Aracaju e outras cidades do interior sergipano. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) ainda deve consolidar um balanço da quantidade de drogas recolhidas durante o mês, mas o total já é estimado em cerca de duas toneladas, principalmente de maconha. 
A última apreensão do mês aconteceu na noite de quinta-feira em Itabaiana (Agreste), onde agentes da Delegacia Regional apreenderam uma mulher com cinco tabletes de maconha, avaliados em R$ 15 mil. Segundo o delegado Khertton Rafael, a suspeita identificada como Paula Suany Nunes, foi encontrada no estacionamento do Shopping Peixoto e já era investigada. "Nossa divisão já vinha investigando há algum tempo. Ela está envolvida com uma associação para o tráfico e faz a distribuição de droga em diversos bairros", disse ela. Além da droga, ela estava com cerca de R$ 3 mil em dinheiro e uma maquineta de cartões bancários. 
Outras apreensões chamaram a atenção. A maior delas, em 9 de setembro, resultou na recolha de 700 quilos de um tipo de maconha conhecido como ‘skunk’, que tem uma alta concentração do princípio ativo THC e é considerado mais caro. A carga avaliada em cerca de R$ 9 milhões foi achada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) em uma casa no povoado Robalo (zona de expansão de Aracaju). A suspeita é de que a droga teria sido trazida do Paraguai para abastecer várias quadrilhas de traficantes que atuam em todo o estado.
É a mesma suspeita que cai sobre outra apreensão ocorrida cinco dias depois, no dia 14, na mesma região. Soldados do 1º Batalhão de Polícia Militar descobriram uma casa no bairro Aruana, onde estavam armazenadas caixas com mais de 1 tonelada de maconha comum. A droga estaria sendo guardada por um suspeito que foi visto chegando de carro ao local e conseguiu fugir da abordagem policial. Antes disso, no dia antes, equipes do Batalhão de Radiopatrulha (BPRp) prenderam em flagrante um homem com 20 quilos de maconha e mais duas balanças de precisão que estavam em uma casa na Atalaia (zona sul de Aracaju). A origem destas drogas é investigada.
Outra carga com 35 quilos de maconha e mais 1.850 munições de fuzil e pistola foi encontrada em um ônibus vindo do Rio de Janeiro e interceptado no dia 18, em uma barreira montada na BR-101, em Nossa Senhora do Socorro, por uma força-tarefa que envolveu as polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal (PRF). Uma jovem de 19 anos, filha de um vereador da cidade, foi presa em flagrante e alegou que fazia esse transporte a pedido de um companheiro, e sob promessa de um pagamento de R$ 3 mil em dinheiro. 
O próprio Denarc encontrou, no dia 27, outra carga com mais de 200 quilos de maconha que estavam em uma casa no bairro Siqueira Campos (zona oeste). Uma mulher e um homem que recebia pacotes com a droga foram presos em flagrante. Dois dias antes, mais 92 quilos da droga estavam em uma casa no loteamento Novo Horizonte, em Nossa Senhora do Socorro, foram apreendidos por soldados do 5º BPM, após uma denúncia anônima. Houve ainda mais 37 quilos de maconha que estavam enterrados no fundo de uma casa na periferia da Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju). 
Todos os casos estão sendo investigados pelo Denarc, mas ainda não está claro se todas essas apreensões estão relacionadas a um único grupo de traficantes ou a várias quadrilhas que se unem em outros grupos conhecidos como "consórcios", uma prática comum entre os criminosos para trazer grandes quantidades de drogas a uma região a custos mais baixos. A expectativa é de que as polícias intensifiquem mais as investigações para chegar aos responsáveis por enviar a droga para Sergipe, contando para isso com trabalhos de inteligência e troca de informações com as polícias de outros estados, como Ceará, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul – estado que faz fronteira com o Paraguai, país apontado como um dos principais fornecedores de drogas para o Brasil.

O mês de setembro já  está marcado por uma  sequência de grandes apreensões de drogas feitas pelas polícias Civil e Militar em Aracaju e outras cidades do interior sergipano. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) ainda deve consolidar um balanço da quantidade de drogas recolhidas durante o mês, mas o total já é estimado em cerca de duas toneladas, principalmente de maconha. 
A última apreensão do mês aconteceu na noite de quinta-feira em Itabaiana (Agreste), onde agentes da Delegacia Regional apreenderam uma mulher com cinco tabletes de maconha, avaliados em R$ 15 mil. Segundo o delegado Khertton Rafael, a suspeita identificada como Paula Suany Nunes, foi encontrada no estacionamento do Shopping Peixoto e já era investigada. "Nossa divisão já vinha investigando há algum tempo. Ela está envolvida com uma associação para o tráfico e faz a distribuição de droga em diversos bairros", disse ela. Além da droga, ela estava com cerca de R$ 3 mil em dinheiro e uma maquineta de cartões bancários. 
Outras apreensões chamaram a atenção. A maior delas, em 9 de setembro, resultou na recolha de 700 quilos de um tipo de maconha conhecido como ‘skunk’, que tem uma alta concentração do princípio ativo THC e é considerado mais caro. A carga avaliada em cerca de R$ 9 milhões foi achada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) em uma casa no povoado Robalo (zona de expansão de Aracaju). A suspeita é de que a droga teria sido trazida do Paraguai para abastecer várias quadrilhas de traficantes que atuam em todo o estado.
É a mesma suspeita que cai sobre outra apreensão ocorrida cinco dias depois, no dia 14, na mesma região. Soldados do 1º Batalhão de Polícia Militar descobriram uma casa no bairro Aruana, onde estavam armazenadas caixas com mais de 1 tonelada de maconha comum. A droga estaria sendo guardada por um suspeito que foi visto chegando de carro ao local e conseguiu fugir da abordagem policial. Antes disso, no dia antes, equipes do Batalhão de Radiopatrulha (BPRp) prenderam em flagrante um homem com 20 quilos de maconha e mais duas balanças de precisão que estavam em uma casa na Atalaia (zona sul de Aracaju). A origem destas drogas é investigada.
Outra carga com 35 quilos de maconha e mais 1.850 munições de fuzil e pistola foi encontrada em um ônibus vindo do Rio de Janeiro e interceptado no dia 18, em uma barreira montada na BR-101, em Nossa Senhora do Socorro, por uma força-tarefa que envolveu as polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal (PRF). Uma jovem de 19 anos, filha de um vereador da cidade, foi presa em flagrante e alegou que fazia esse transporte a pedido de um companheiro, e sob promessa de um pagamento de R$ 3 mil em dinheiro. 
O próprio Denarc encontrou, no dia 27, outra carga com mais de 200 quilos de maconha que estavam em uma casa no bairro Siqueira Campos (zona oeste). Uma mulher e um homem que recebia pacotes com a droga foram presos em flagrante. Dois dias antes, mais 92 quilos da droga estavam em uma casa no loteamento Novo Horizonte, em Nossa Senhora do Socorro, foram apreendidos por soldados do 5º BPM, após uma denúncia anônima. Houve ainda mais 37 quilos de maconha que estavam enterrados no fundo de uma casa na periferia da Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju). 
Todos os casos estão sendo investigados pelo Denarc, mas ainda não está claro se todas essas apreensões estão relacionadas a um único grupo de traficantes ou a várias quadrilhas que se unem em outros grupos conhecidos como "consórcios", uma prática comum entre os criminosos para trazer grandes quantidades de drogas a uma região a custos mais baixos. A expectativa é de que as polícias intensifiquem mais as investigações para chegar aos responsáveis por enviar a droga para Sergipe, contando para isso com trabalhos de inteligência e troca de informações com as polícias de outros estados, como Ceará, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul – estado que faz fronteira com o Paraguai, país apontado como um dos principais fornecedores de drogas para o Brasil.

 

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