Em novo ato público, servidores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) se reuniram no campus São Cristóvão para impulsionar a luta pela reposição salarial, e contra a Proposta de Emenda Constitucional 32, conhecida popularmente como ‘reforma administrativa’. De acordo com a classe trabalhadora, desde o ano de 2017 os profissionais não se deparam com reajustes lineares, e, conforme contabilidade apresentada, essa postura administrativa federal proporciona um déficit de 20%. Com o apoio de acadêmicos, a mobilização foi coordenada pela direção do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Sergipe (Sintufs).
Componente da coordenação geral de atos sindicais, a servidora Leina Santos lamentou que a situação tenha atingido o estágio de limite máximo de insatisfação junto ao governo federal. Avaliando o perfil administrativo como insustentável e não acessível aos trabalhadores, a sindicalista não descartou a possibilidade de paralisação e greve geral por tempo indeterminado caso o pleito apresentado não seja atendido. Resolver a perda inflacionaria é apontada como fator essencial para dar início ao destrave entre servidores e instituição federal de ensino superior. “Essa campanha pela reposição é fruto das grandes perdas inflacionárias que os servidores tiveram durante o período do atual governo; uma gestão conduzida por Jair Bolsonaro que chegou para retirar direitos dos trabalhadores”, avaliou.
Servidores da UFS cobram revisão salarial


