Julgado pelo STJD, pelos incidentes verificados na partida contra o Náutico-PE no dia 12 de junho, na Arena Batistão, o Confiança foi punido com uma suspensão de dois jogos com portões fechado, sem a presença do torcedor e uma multa pecuniária de R$ 10 mil. A partida foi marcado por cenas de violência entre as duas torcidas.
Nesse mesmo processo 0365/2023, além do Confiança foram julgados o Clube Náutico Capibaribe-PE e o atleta Danilo Cardoso Novais da Silva. O atleta Danilo foi absolvido e como já cumpriu o jogo automático, ganha condições para retornar ao time no próximo compromisso do Dragão. O Náutico por sua vez levou a mesma punição do Confiança, dois jogos e R$ 10 mil.
Dirigentes do time sergipano já informaram que vão recorrer da decisão e estão constituindo advogados no Rio de Janeiro, para defender a equipe no julgamento do STJD.
Preliminar – Anteriormente, em julgamento também no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a entidade acatou o pedido da liminar da procuradoria e proibiu a entrada nos estádios de membros de torcidas organizadas do Confiança e do Náutico. A decisão teria validade de 30 dias, até julgamento do processo por parte do tribunal. Ainda em decisão liminar do presidente do STJD, cinco setores da Arena Batistão já estavam interditados, proibindo ainda a entrada de instrumentos musicais, camisas, faixas e bandeiras que fizessem alusão às torcidas organizadas do clube.
Os jogos – Com essa decisão, o Confiança vai cumprir a pena nos duelos contra Operário-PR (14ª rodada) e contra o Floresta (16ª rodada) e só volta a ter público em seus jogos na Arena Batistão na partida contra o Paysandu, na última rodada da primeira fase da Série C.

