Milton Alves Júnior
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Um homem suspeito de promover assaltos contra agências bancárias no estado de Alagoas morreu após confronto com agentes da Polícia Militar, com atuação no Batalhão de Caatinga. Um levantamento realizado pelo setor de inteligência da Polícia Civil indica ainda que o acusado era apontado como operador de um grupo criminoso responsável por realizar roubo de pelo menos 70 cabeças de gado no estado do Maranhão. Conforme destacado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), no momento da abordagem os policiais foram surpreendidos com disparos de arma de fogo provocados pelo suspeito.
Ao revidar, o homem – de identidade não revelada pelo Governo de Sergipe, foi atingido e detido; houve oferta de atendimento especializado de primeiros socorros, foi encaminhado para um Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos. A manutenção do sigilo atrelado à identidade do suspeito acontece em virtude da continuidade das investigações. De acordo com a SSP, não é possível descartar a existência de outros integrantes deste grupo criminoso residindo em solo sergipano. Ainda segundo o Boletim de Ocorrência, foi montado um bloqueio na rodovia SE-175 para capturar o suspeito.
Ele foi flagrado conduzindo um caminhão, e, ao avistar a aproximação dos policiais, decidiu desembarcar do veículo e atirar contra os agentes públicos. O documento consta também que foram apreendidos um revólver e seis munições deflagradas. O material foi encaminhado à delegacia. “O suspeito foi preso duas vezes. A primeira foi em 26 de março de 2019, por porte ilegal de arma de fogo no município de Olho D’Água das Flores (AL), durante investigações da Polícia Civil de Alagoas sobre assaltos a bancos”, informou a SSP.
O comunicado oficial indica que: “na segunda vez, ele foi preso por porte ilegal de arma de fogo novamente, em 14 de outubro de 2019, durante uma blitz em Sergipe. Ainda, ele estava sendo investigado por envolvimento em crime de estelionato e associação criminosa no Maranhão, com prejuízo a três fazendeiros da cidade de Buriticupu, após o furto de 70 cabeças de gado, em novembro de 2024.” O Governo do Estado pede que denúncias anônimas contendo informações capazes de colaborar com as investigações sejam apresentadas ao setor de inteligência da Polícia Civil.


