Homem é preso suspeito de tentar matar a ex-companheira em Carira

Uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de tentar matar a ex-companheira com o uso de uma arma branca, no Mercado da Farinha, no Centro de Carira na terça-feira (13). Segundo os elementos iniciais da investigação, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.
Durante a agressão, a vítima reagiu e um familiar interveio para conter o homem. Ela foi socorrida, recebeu atendimento médico e posteriormente foi liberada.
Após o crime, as Polícias Civil e Militar iniciaram as buscas e localizaram o suspeito na zona rural do município. Ele foi conduzido à Delegacia Regional de Carira, onde a prisão em flagrante por tentativa de feminicídio foi formalizada.
A Polícia Civil também encaminhou pedido de medidas protetivas em favor da vítima. O preso permanece à disposição da Justiça, e as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do fato.

Outro caso – Agentes da Polícia Civil abordaram e prenderam de forma preventiva, um homem suspeito de descumprir medidas protetivas de urgência, perseguir uma pessoa e divulgar registros íntimos sem a devida autorização da vítima. Pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), foi destacado que, com o apoio de profissionais da Delegacia Regional de Tobias Barreto, o ato de prisão foi deflagrado na zona rural de Tomar do Geru, região Sul de Sergipe. As investigações tiveram início no último sábado (11), quando a vítima apresentou os fatos e recebeu atendimento especializado. Após o registro, foram iniciadas as investigações, e a polícia solicitou à Justiça a prisão preventiva do investigado.
No ano passado em Sergipe 62 casos de assédio sexual e 462 de importunação sexual foram registrados. A Lei 13.718/2018 criminaliza atos como beijos forçados, toques sem consentimento, masturbação ou ejaculação em público e filmagem de partes íntimas sem permissão. A pena pode chegar a cinco anos de prisão, e casos mais graves podem ser enquadrados como estupro, com punições ainda mais severas. A expectativa por parte dos investigadores é que imagens do circuito de monitoramento em imóveis públicos e particulares ajudem nos estudos. O governo do estado pede que denúncias anônimas contendo informações capazes de colaborar com os estudos, sejam apresentadas ao setor de inteligência da Polícia Civil. (MAJ)

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