Elza Soares está no auge, na crista da onda, nadando de braçada no mar revolto da sensibilidade hodierna. O disco recém lançado ‘Deus é mulher’ reafirma com todas as guitarras e letras a disposição manifesta no engajado ‘A mulher do fim do mundo’ (2016). Se, no disco anterior, a artista evocou um universo de violências e afetos brutos vividos na própria pele preta, Elza Soares canta agora a potência do feminino, em paz com a própria carne, plena de si.


