Quinta, 29 De Fevereiro De 2024
       
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Ana Lúcia defende volta da carreira única


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Publicado em 15 de junho de 2012
Por Jornal Do Dia


Ao defender da tribuna da Assembleia Legislativa, ontem, a restituição da carreira única ao magistério sergipano, a deputada Ana Lúcia (PT), conclamou aos demais parlamentares da Casa que aproveitem a chegada dos projetos de interesse do Executivo para forçar a abertura de um canal de diálogo harmonioso entre os dois poderes, no sentido de atender às das pautas dos servidores públicos, em especial dos professores, que lutam pelo pagamento do Piso Nacional do Magistério com adequação e valorização da carreira, conforme preconiza a lei federal 11.738.
No final do ano passado, o governo conseguiu a aprovação de projeto de lei complementar do Executivo dividindo a carreira do magistério de Sergipe em duas, para pagar o reajuste do piso (22,22%) apenas aos profissionais de nível médio. Os demais, com nível superior, receberão o reajuste geral dos servidores.
"Precisamos dialogar com o Executivo para que possamos restituir o direito dos nossos educadores a ter uma carreira única, e que possamos restabelecer aquilo que ficou estabelecido por esta mesma Casa em 2009, que foi a adequação do Plano de Carreira do Magistério ao piso salarial nacional", disse.
Desde 1973 – A parlamentar lembrou que o direito à carreira única foi assegurado ainda em 1973. "Somos educadores com as mesmas responsabilidades e jornada de trabalho de 40 horas, que é única. Portanto, a expectativa dos professores e professoras é que possamos dialogar com o Poder Executivo no sentido de restabelecer este direito", afirmou a deputada.
Ana defendeu que a Assembleia Legislativa faça-se valer como poder autônomo constituído e legitimado pelo voto popular. "Esta Casa não é um poder subalterno. Aqui, cada parlamentar tem a responsabilidade de responder pelo seu mandato, que foi concedido pela população. Portanto, temos autonomia enquanto autoridade parlamentar para dialogar com o Poder Executivo com a mesma altivez com que eles dialogam conosco. A harmonia entre os poderes tem de acontecer", ressaltou.
"Tenho certeza que esta Casa assumirá uma posição colegiada no sentido de fazer retornar um direito dos professores, adquirido em 1973", completou.

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