Único político sergipano investigado na Lava Jato, o deputado federal André Moura (PSC), líder do governo federal na Câmara, foi incluído em mais um processo da operação pelo Supremo Tribunal Federal. A partir da denúncia do MPF, o ministro do STF, Teori Zavascki, em decisão divulgada nesta quinta-feira, 6, determinou o desmembramento do caso em três novos inquéritos para investigação.
De acordo com o Ministério Público Federal, Moura é integrante de um "grupo criminoso organizado, comandado e articulado por políticos integrantes de diversas agremiações partidárias, com o escopo de viabilizar enriquecimento ilícito daqueles e de grupos empresariais, bem como financiar campanhas eleitorais, a partir de desvios públicos de diversas empresas estatais e entes da administração direta e indireta".
André Moura e os demais deputados e senadores citados no processo eram, segundo o procurador-geral Rodrigo Janot, "responsáveis pela venda de requerimentos e emendas parlamentares para beneficiar, ao menos, empreiteiras e banqueiros".
"Alguns membros de determinadas agremiações organizaram-se internamente, valendo-se de seus partidos e em uma estrutura hierarquizada, para cometimento de crimes contra a administração pública", ressalta o procurador-geral.
O processo contra André Moura apura a ligação do ex-deputado federal Eduardo Cunha, que foi cassado no mês passado, com o esquema de corrupção da Petrobras. Outros oito aliados do presidente afastado da Câmara também figuram como investigados neste caso, que apura os crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
Este, porém, não é o primeiro processo de André Moura no STF. Ele é réu em três ações penais no Supremo sob a acusação de desviar dinheiro público e é investigado em pelo menos dois outros inquéritos, entre eles por suposta participação em tentativa de homicídio.
Único político sergipano investigado na Lava Jato, o deputado federal André Moura (PSC), líder do governo federal na Câmara, foi incluído em mais um processo da operação pelo Supremo Tribunal Federal. A partir da denúncia do MPF, o ministro do STF, Teori Zavascki, em decisão divulgada nesta quinta-feira, 6, determinou o desmembramento do caso em três novos inquéritos para investigação.
De acordo com o Ministério Público Federal, Moura é integrante de um "grupo criminoso organizado, comandado e articulado por políticos integrantes de diversas agremiações partidárias, com o escopo de viabilizar enriquecimento ilícito daqueles e de grupos empresariais, bem como financiar campanhas eleitorais, a partir de desvios públicos de diversas empresas estatais e entes da administração direta e indireta".
André Moura e os demais deputados e senadores citados no processo eram, segundo o procurador-geral Rodrigo Janot, "responsáveis pela venda de requerimentos e emendas parlamentares para beneficiar, ao menos, empreiteiras e banqueiros".
"Alguns membros de determinadas agremiações organizaram-se internamente, valendo-se de seus partidos e em uma estrutura hierarquizada, para cometimento de crimes contra a administração pública", ressalta o procurador-geral.
O processo contra André Moura apura a ligação do ex-deputado federal Eduardo Cunha, que foi cassado no mês passado, com o esquema de corrupção da Petrobras. Outros oito aliados do presidente afastado da Câmara também figuram como investigados neste caso, que apura os crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
Este, porém, não é o primeiro processo de André Moura no STF. Ele é réu em três ações penais no Supremo sob a acusação de desviar dinheiro público e é investigado em pelo menos dois outros inquéritos, entre eles por suposta participação em tentativa de homicídio.