Autor dos tiros contra Marcelo Hercos é trazido preso a Aracaju

 

Depois de cerca de duas 
semanas de espera, a 
Polícia Civil conseguiu a autorização para trazer o preso Wellington de Carvalho Bispo, indiciado pelo atentado a tiros contra o delegado Marcelo Hercos Lyrio, em 21 de setembro. O acusado, que foi o autor dos disparos que feriram o delegado, foi preso dois dias depois do crime em Salvador (BA) e somente ontem teve seu recambiamento autorizado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A transferência já tinha sido liberada pelo TJ de Sergipe no último dia 29. 
A viagem aconteceu durante a tarde de ontem, em um helicóptero do Grupamento Tático Aéreo (GTA) de Sergipe. O comandante da unidade, coronel Fernando Góes, informou que o translado ocorreu sem intercorrências e foi feito entre a base do Grupamento Aéreo da Bahia (Graer), em Salvador, e a sede do GTA, no Aeroclube de Aracaju, no Santos Dumont (zona norte), onde foi montado um forte esquema de segurança. "Já tínhamos a experiência do translado anterior do Cristian Magno. Repetimos a operação e como já tínhamos todos os detalhes foi bem mais rápido. Ele chegou na sede do Graer, no Aeroporto de Salvador, pouco tempo depois de termos pousado lá. Procedemos à revista e fizemos o embarque", destacou.
De lá, Wellington foi levado para o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), no Capucho (zona oeste), onde prestou depoimento e ficará preso. O delegado do Cope, Hilton Duarte, relembrou que Wellington se encontrava preso em decorrência de sentença judicial anterior à data do crime. "Ele já respondia a um processo lá e tinha sido condenado. Então, tivemos que pedir à Justiça da Bahia para que ele fosse recambiado para Sergipe. Isso porque entendemos que é imprescindível a presença dele para ajudar a dirimir situações que ainda pendem na investigação, apesar do inquérito ter sido enviado à Justiça. É necessário que ele esteja em Sergipe", reiterou.
Ainda conforme o delegado, Wellington permanece em Sergipe enquanto durar a decisão judicial referente às investigações da tentativa de homicídio contra o delegado. "O prazo é da preventiva. Se porventura houver alguma decisão em contrário ele voltará para a Bahia, pois tem pena mais alta sendo cumprida lá. Temos várias perícias que estão sendo feitas e estamos aguardando laudos. Também, por isso, é necessário que ele esteja aqui para confrontarmos com o resultado dos laudos", salientou.
Além de Wellington, outros três homens participaram do ataque ao delegado. Manuel Santos Farias Neto e Daniel dos Santos – que estavam em um posto de combustível da Aruanaquando o crime aconteceu, foram presos no dia seguinte ao crime por equipes do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), em uma vegetação nas imediações da Orla de Atalaia. Um quarto homem, Cristian Magno dos Santos Cruz, apontado como o responsável pelo aluguel do veículo, foi preso em Salvador e já foi transferido para Aracaju. 
O grupo estava em Sergipe praticando estelionato por meio do repasse de notas falsas de R$ 200. Após o crime, Manuel e Daniel abandonaram o veículo no fundo do shopping que está em construção na Zona de Expansão. Dias após, em 27 de setembro, a arma do delegado foi encontrada também próximo à obra. A arma está sendo periciada.As investigações também apuram circunstâncias como a origem do disparo e como ocorreu a comunicação entre o grupo criminoso. "O Christian, que já estava preso, mudou de depoimento duas vezes. Primeiro ele disse que tinha sido roubado, depois falou que tinha feito tudo a mando de Wellington. Essa questão será apurada", concluiu Hilton Duarte.

Depois de cerca de duas  semanas de espera, a  Polícia Civil conseguiu a autorização para trazer o preso Wellington de Carvalho Bispo, indiciado pelo atentado a tiros contra o delegado Marcelo Hercos Lyrio, em 21 de setembro. O acusado, que foi o autor dos disparos que feriram o delegado, foi preso dois dias depois do crime em Salvador (BA) e somente ontem teve seu recambiamento autorizado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A transferência já tinha sido liberada pelo TJ de Sergipe no último dia 29. 
A viagem aconteceu durante a tarde de ontem, em um helicóptero do Grupamento Tático Aéreo (GTA) de Sergipe. O comandante da unidade, coronel Fernando Góes, informou que o translado ocorreu sem intercorrências e foi feito entre a base do Grupamento Aéreo da Bahia (Graer), em Salvador, e a sede do GTA, no Aeroclube de Aracaju, no Santos Dumont (zona norte), onde foi montado um forte esquema de segurança. "Já tínhamos a experiência do translado anterior do Cristian Magno. Repetimos a operação e como já tínhamos todos os detalhes foi bem mais rápido. Ele chegou na sede do Graer, no Aeroporto de Salvador, pouco tempo depois de termos pousado lá. Procedemos à revista e fizemos o embarque", destacou.
De lá, Wellington foi levado para o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), no Capucho (zona oeste), onde prestou depoimento e ficará preso. O delegado do Cope, Hilton Duarte, relembrou que Wellington se encontrava preso em decorrência de sentença judicial anterior à data do crime. "Ele já respondia a um processo lá e tinha sido condenado. Então, tivemos que pedir à Justiça da Bahia para que ele fosse recambiado para Sergipe. Isso porque entendemos que é imprescindível a presença dele para ajudar a dirimir situações que ainda pendem na investigação, apesar do inquérito ter sido enviado à Justiça. É necessário que ele esteja em Sergipe", reiterou.
Ainda conforme o delegado, Wellington permanece em Sergipe enquanto durar a decisão judicial referente às investigações da tentativa de homicídio contra o delegado. "O prazo é da preventiva. Se porventura houver alguma decisão em contrário ele voltará para a Bahia, pois tem pena mais alta sendo cumprida lá. Temos várias perícias que estão sendo feitas e estamos aguardando laudos. Também, por isso, é necessário que ele esteja aqui para confrontarmos com o resultado dos laudos", salientou.
Além de Wellington, outros três homens participaram do ataque ao delegado. Manuel Santos Farias Neto e Daniel dos Santos – que estavam em um posto de combustível da Aruanaquando o crime aconteceu, foram presos no dia seguinte ao crime por equipes do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), em uma vegetação nas imediações da Orla de Atalaia. Um quarto homem, Cristian Magno dos Santos Cruz, apontado como o responsável pelo aluguel do veículo, foi preso em Salvador e já foi transferido para Aracaju. 
O grupo estava em Sergipe praticando estelionato por meio do repasse de notas falsas de R$ 200. Após o crime, Manuel e Daniel abandonaram o veículo no fundo do shopping que está em construção na Zona de Expansão. Dias após, em 27 de setembro, a arma do delegado foi encontrada também próximo à obra. A arma está sendo periciada.As investigações também apuram circunstâncias como a origem do disparo e como ocorreu a comunicação entre o grupo criminoso. "O Christian, que já estava preso, mudou de depoimento duas vezes. Primeiro ele disse que tinha sido roubado, depois falou que tinha feito tudo a mando de Wellington. Essa questão será apurada", concluiu Hilton Duarte.

 

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